Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Alckmin rebate Bolsonaro sobre caso Marcola: eu não era o governador

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em um rápido pronunciamento, o candidato a vice-presidente na chapa petista, Geraldo Alckmin (PSB), rebateu neste sábado o presidente Jair Bolsonaro (PL), que ontem durante debate perguntou ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva sobre por que ele e o vice supostamente foram contrários à transferência do criminoso Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), para um presídio federal.

"Primeiro, isso foi em 2018. Quem pediu a transferência não foi ele, foi o MP-SP, quem autorizou também não foi ele, foi o TJ-SP. Eu não era o governador, e o (Sérgio) Moro no seu livro, na página 150, relata que recebe um whatsapp ou email do presidente Bolsonaro dizendo que não deveria ser feita a transferência, que ele estava preocupado, porque isso poderia criar problema com o governo federal e que ele era contra a transferência", defendeu-se Alckmin. "Mentira em relação a mim, em relação a Lula, em relação à iniciativa e ainda, segundo o próprio Moro, ele (Bolsonaro) era contra a transferência", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao lado do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, Lula, Alckmin e o candidato ao governo paulista Geraldo Alckmin (PSB) encerram neste sábado suas campanhas com um ato na Avenida Paulista. O local é simbólico para a esquerda, pois foi o palco de manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) e a favor do presidente Jair Bolsonaro nos últimos anos. Integrantes da campanha organizam uma passeata com estrutura de "desfile de carnaval".

A ideia é dividir os apoiadores em "alas temáticas", como democracia, trabalho e renda, esperança, saúde. Cada ala terá uma cor diferente e está sendo organizada por um movimento social, grupo ou partido. A ala da saúde, por exemplo, vestirá azul claro e terá referências a vacinas. Lula e Haddad devem desfilar em meio a pessoas de branco, para representar esperança.

A proposta de levar manifestantes de cores variadas - e não apenas vestidos com o vermelho característico do PT e da esquerda - é atrair indecisos e mostrar que há uma frente ampla de apoio a Lula, na véspera do segundo turno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Amanhã, o petista vota em São Bernardo do Campo (SP) de manhã e faz um pronunciamento à noite, após a divulgação dos resultados, em hotel na capital paulista. O entorno do petista espera retornar à Avenida Paulista na noite de domingo para celebrar a vitória contra Bolsonaro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV