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Veja onde fica estrada que desvia de pedágio e gera discussões no PR

Empresa diz que abertura da rota compromete a segurança dos usuários e o equilíbrio econômico-financeiro da concessão

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Veja onde fica estrada que desvia de pedágio e gera discussões no PR
Autor Concessionária não descarta acionar a Justiça contra a abertura da estrada - Foto: Reprodução GMC

A abertura de uma estrada de terra paralela à BR-376, em Marialva (PR), motivou um impasse entre a Prefeitura e a concessionária EPR Paraná. A via, cascalhada no último sábado (25), é apontada pela empresa como uma intervenção irregular, realizada dentro da faixa de domínio da rodovia federal, o que configuraria invasão de área pública. A administração municipal, por sua vez, afirma que a obra é uma solução emergencial para garantir o acesso de moradores rurais à região.

-LEIA MAIS: Dentista preso em Maringá é suspeito de aplicar golpes em mais de 50 pacientes

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De acordo com o diretor-presidente da EPR Paraná, Marcos Moreira, a abertura da rota compromete a segurança dos usuários e o equilíbrio econômico-financeiro da concessão, que prevê R$ 11,8 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos. A empresa denunciou ainda possíveis danos ambientais devido à supressão vegetal na área. "Classificamos a abertura como uma tentativa de burlar o serviço público, comparável a ligações clandestinas", afirmou Moreira, acrescentando que a companhia é contratualmente obrigada a adotar medidas para impedir desvios irregulares.

A justificativa da prefeitura baseia-se na necessidade de evitar o isolamento de famílias que dependem do trecho para atividades básicas, como transporte escolar e escoamento de produção agrícola. A gestão municipal ressaltou que encaminhou à concessionária um cadastro de moradores lindeiros afetados pelos novos pórticos de pedágio, mas não obteve garantia de isenção tarifária. A Prefeitura de Marialva informou que não comentará o caso neste momento.

Enquanto a concessionária mantém diálogo com autoridades e sinaliza que buscará o fechamento da via por meios judiciais, a situação permanece sob análise. A EPR reforça que o atual modelo de pedágio, incluindo a localização dos pórticos, passou por estudos técnicos aprovados pelo poder concedente antes da implementação.

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Com informações do GMC

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