Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Paraná
publicidade
VENTOS FORTES

Tornado que atingiu Piraí do Sul é classificado como F3 com ventos de até 332 km/h

Combinação entre sistema de baixa pressão e avanço de frente fria foi determinante para a formação do evento severo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Tornado que atingiu Piraí do Sul é classificado como F3 com ventos de até 332 km/h
Autor A classificação aponta que as rajadas de vento alcançaram marcas de 332 km/h. - Foto: Divulgação Simepar

O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) classificou como um tornado severo de intensidade F3 na Escala Fujita o fenômeno que atingiu a zona rural de Piraí do Sul, nos Campos Gerais, no último sábado (8). A classificação aponta que as rajadas de vento no local alcançaram marcas entre 253 km/h e 332 km/h.

Conforme o órgão estadual, inspeções de campo, imagens de radar e aerofotogrametria por drone confirmaram uma trajetória contínua de destruição de pelo menos 17,3 quilômetros, atingindo localidades como Jararaca, Fundão e Boa Vista. A formação do tornado foi impulsionada pela presença de ar quente e úmido vindo do Norte do País, associado a um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai, além do deslocamento de uma frente fria pelo Sul que favoreceu tempestades nas regiões Oeste, Centro-Sul e Campos Gerais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

- laia mais: Polícia tira dois casais de voo no PR após 'brincadeira' sobre bomba no avião

A estimativa da intensidade dos ventos baseou-se na severidade dos danos observados, que incluiu o colapso estrutural severo de imóveis de alvenaria e madeira, além da queda de uma torre de transmissão de energia elétrica. De acordo com as análises técnicas, fragmentos de madeira, telhas cerâmicas e galhos de araucárias foram arremessados com força suficiente para penetrar o solo e se incrustar em troncos de árvores.

O rastro de destruição também deixou araucárias e outras espécies de grande porte com troncos decepados pela metade, áreas de pastagem com ranhuras e episódios de remoção localizada da cobertura vegetal e da camada superficial do solo. O mapeamento preciso do trajeto foi concluído após o processamento e georreferenciamento das evidências em parceria com as equipes de Infraestrutura e Geointeligência do Simepar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV