Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Paraná
publicidade
INVESTIGAÇÃO

Suspeito de matar médica no PR, homem passou horas com o corpo de ex-companheira no apartamento

Detalhes da investigação revelam que o homem só deixou a cena do crime após tentar acalmar o filho do casal, um bebê de 8 meses

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Suspeito de matar médica no PR, homem passou horas com o corpo de ex-companheira no apartamento
Autor A morte trágica gerou forte comoção entre pacientes e colegas de trabalho - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O homem, de 25 anos, que é suspeito de matar a ex-companheira, a médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, em Maringá (PR), passou horas com o corpo da companheira no apartamento enquanto tentava colocar o filho, um bebê de 8 meses, para dormir no local. Segundo relatos à polícia, após o crime, ocorrido no último sábado (05), o agressor ligou para uma prima afirmando que “havia feito uma besteira” e “matado a ex-companheira enforcada no apartamento”. Em desespero, os familiares perguntaram pelo bebê, e o homem informou que havia feito o filho dormir e o deixado no imóvel junto ao corpo. A outras primas, ele confessou o ato dizendo: “Briguei com Gassi e matei ela”.

LEIA MAIS: Audiência de advogado suspeito de matar médica em Maringá é remarcada para esta quarta

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A descoberta do crime ocorreu pouco depois, quando o irmão da vítima recebeu uma ligação da mãe do suspeito alertando que o filho havia chegado em casa ensanguentado. O familiar foi imediatamente ao apartamento da irmã e, ao escutar o choro ininterrupto do sobrinho, arrombou a porta que estava trancada. A médica foi encontrada caída com múltiplos ferimentos e teve a morte constatada ainda no local pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A perícia recolheu três facas sujas de sangue ao lado do corpo.

O chefe da Delegacia de Homicídios de Maringá, delegado Adriano Garcia, classificou o ambiente como “um cenário de terror”, destacando em pronunciamento recente que o imóvel apresentava marcas de sangue em diversos cômodos e que a médica sofreu ao menos dez golpes de arma branca.

A Polícia Militar também foi acionada para dar apoio ao atendimento médico do homem, que apresentava ferimentos graves no pescoço e no tórax. Testemunhas relataram que ele também confessou o assassinato no local. A vítima atuava na Unidade Básica de Saúde (UBS) Nova Aliança, em Sarandi, município vizinho a Maringá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Justiça do Paraná acatou o pedido do Ministério Público estadual (MP-PR) e converteu a prisão em flagrante do suspeito em preventiva. No parecer, a promotoria argumentou que a “gravidade concreta do crime transborda os limites da barbárie ordinária”. O documento detalha a motivação do agressor ao apontar que “De acordo com o apurado restou preliminarmente identificado que o autuado, por não aceitar o término do relacionamento com sua ex-companheira invadiu o apartamento desta e a executou covardemente”. O MP reforçou ainda que o comportamento do autor foi decisivo para o pedido de prisão: “Mais do que o ato em si, a frieza e a crueldade demonstradas na execução do crime chocam e justificam a prisão preventiva”.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV