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Quem é o empresário indiciado por mandar matar diretor de franquia no Paraná

CEO de uma das maiores redes odontológicas do país foi apontado pela Polícia Civil como mandante do assassinato de executivo em Ponta Grossa

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Quem é o empresário indiciado por mandar matar diretor de franquia no Paraná
Autor Foto: Reprodução redes sociais

O empresário Oséias Gomes, indiciado pela Polícia Civil do Paraná como mandante do assassinato de José Claiton Leal Machado, é fundador e CEO de uma das maiores redes de clínicas odontológicas do Brasil.

- LEIA MAIS: Polícia indicia CEO de franquia odontológica por mandar matar ex-diretor no Paraná

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Natural de Carambeí, nos Campos Gerais, Oséias tem 54 anos e construiu carreira no setor empresarial com a criação da Odonto Excellence, franqueadora sediada em Ponta Grossa. A empresa possui mais de 1,3 mil unidades espalhadas pelo Brasil e outros países.

Além da atuação no ramo odontológico, o empresário também fundou a incubadora Lions Startups, voltada ao desenvolvimento de startups, e é proprietário de um resort na região dos Campos Gerais. Oséias ainda publicou livros voltados à gestão empresarial e empreendedorismo.

O nome do empresário voltou ao centro das atenções após a conclusão do inquérito que investigava a morte de José Claiton Leal Machado, diretor da própria empresa. O crime ocorreu em abril de 2022, em frente à casa da vítima, em Ponta Grossa.

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Segundo a investigação, José Claiton foi morto em uma emboscada quando chegava em casa com a filha. A polícia aponta que o assassinato teria sido motivado por conflitos empresariais internos e por uma suposta disputa pelo controle da companhia.

Após quatro anos de investigação, a Polícia Civil concluiu que Oséias Gomes teria atuado como mandante intelectual e financiador do homicídio. O empresário foi indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.

As apurações envolveram quebra de sigilos bancários, análise de dados telemáticos e depoimentos de testemunhas. Conforme o inquérito, transferências bancárias ligadas ao empresário teriam sido usadas para operacionalizar os pagamentos relacionados ao crime.

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Além de Oséias, outras pessoas foram identificadas e denunciadas ao longo da investigação. Um dos executores já foi condenado e está preso. Outros envolvidos respondem ao processo por participação no planejamento e na logística do assassinato.

Em nota enviada à imprensa, a defesa do empresário afirmou que ele é vítima de criminosos e negou envolvimento no homicídio. Segundo os advogados, “a narrativa nos autos do processo é contrária ao que está sendo ventilado” e Oséias teria sido alvo de extorsão.

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