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PR: funcionária leva atestados falsos e é descoberta ao ser vista bebendo com amigos

Patroa desconfiou após receber imagens que mostram a funcionária frequentando academia, bebendo e indo à academia enquanto dia ter problemas de saúde

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PR: funcionária leva atestados falsos e é descoberta ao ser vista bebendo com amigos
Autor Empresária denuncia ter sido vítima da fraude e encaminhou os documentos para análise da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, que confirmou que todos eram falsos - Foto: Freepik

Uma funcionária de escola em Araucária (PR), na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), apresentou 10 atestados médicos falsos para justificar faltas ao trabalho em menos de um mês. A empresária denuncia ter sido vítima da fraude e encaminhou os documentos para análise da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, que confirmou que todos eram falsos.

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Segundo a proprietária da escola, os primeiros documentos não despertaram desconfiança. No entanto, a frequência com que os atestados chegavam e algumas características chamaram a atenção. Os documentos não tinham Classificação Internacional de Doenças (CID) e não possuíam Código de Resposta Rápida (QR Code) para validação.

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"Começou chegando esses atestados. Não tinha CID, não tinha QR Code e a gente começou a desconfiar. Todos os dias chegavam atestados diferentes", disse a vítima. Os documentos teriam sido emitidos pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Industrial de Curitiba. A ausência de QR Code motivou a empresária a verificar a procedência dos atestados.

Paralelamente, a empresária recebeu relatos e imagens que mostrariam a funcionária frequentando academia, bebendo e realizando atividades físicas enquanto alegava problemas de saúde. "As pessoas começaram a me enviar fotos dela bebendo, na academia, fazendo corrida. Eu acho assim, se a pessoa está doente, a pessoa não tem disposição. Eu mesma, se eu fico doente, eu fico na cama. Não vou pra academia, não vou beber, não vou sair com meus amigos", desabafou a vítima.

De acordo com a Prefeitura de Curitiba, alguns dos profissionais citados nos atestados sequer trabalham mais na unidade de saúde. Os números de Conselho Regional de Medicina (CRM) e os nomes dos médicos existem e pertencem a profissionais reais. A suspeita é de que eles também sejam vítimas da fraude.

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O caso apresenta semelhanças com um esquema revelado anteriormente: era possível comprar atestados médicos pela internet. O uso indevido de dados de médicos compromete a credibilidade dos documentos médicos e dificulta a identificação dos responsáveis pelas fraudes.

A compra, venda e uso de atestados falsos podem resultar em demissão por justa causa e responsabilização criminal dos envolvidos. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

As informações são da Banda B, portal parceiro do TNOnline

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