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INVESTIGAÇÃO

Polícia Civil prende homem suspeito de causar a morte de esposa e filha no PR

Investigação aponta que suspeito demorou a pedir ajuda após sair do carro submerso em rio

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Polícia Civil prende homem suspeito de causar a morte de esposa e filha no PR
Autor Mãe e filha não conseguiram sair de carro submerso - Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Paraná prendeu preventivamente um homem de 38 ano suspeito de envolvimento na morte da esposa, Iria Djanira Roman Costa Talaska, de 36 anos, e da filha do casal, Maria Laura Roman Talaska, de três anos. As vítimas foram encontradas mortas dentro de um carro submerso no Rio Paraná, em Porto Rico, no último dia 3 de maio. Embora o homem tenha sobrevivido e alegado que a esposa conduzia o veículo e se perdeu no trajeto, a investigação aponta que ele era o motorista e que o ato pode ter sido proposital.Ele nega as acusações.

-LEIA MAIS: Polícia Civil divulga imagens de primas desaparecidas com suspeito em boate no PR

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A delegada Iasmin Gregorio fundamentou o pedido de prisão com base na análise de 23 câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas. Segundo a polícia, o trajeto de oito minutos feito pela família após sair de uma confraternização foi linear, o que desmente a versão de que o casal estaria perdido. Além disso, as imagens mostram que o homem conseguiu sair do veículo com facilidade após a queda na rampa de acesso, mas demorou cerca de um minuto e meio para solicitar auxílio.

Iria Djanira era servidora pública no Hospital Municipal Santa Rita de Cássia, em Nova Londrina, onde a família residia. A prefeitura local e o Centro Municipal de Educação Infantil onde a criança estudava emitiram notas de pesar, destacando a dedicação de Iria ao trabalho e o carinho da comunidade pela menina. Os corpos das vítimas foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros e sepultados no dia 4 de maio no Cemitério Municipal de Nova Londrina.

A defesa do suspeito manifestou indignação com a prisão preventiva, alegando que o cliente está emocionalmente destruído pela perda da família. Os advogados afirmaram que ainda não tiveram acesso integral aos fundamentos da decisão judicial e que buscarão a revogação da medida, argumentando que a prisão não deve ser uma resposta automática à comoção pública. A Polícia Civil aguarda a conclusão de laudos periciais para finalizar o inquérito.

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