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Operário vence o Maringá nos pênaltis e conquista título

Partida terminou empatada em 1 a 1 no tempo regulamentar e o Fantasma venceu nos pênaltis, por 5 a 4

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Operário vence o Maringá nos pênaltis e conquista título
Autor Foto: Divulgação

A história foi feita na tarde desse sábado (29), em Ponta Grossa. O Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC) superou o Maringá e conquistou o título do Campeonato Paranaense de Futebol, após superar o ‘Dogão’ por 5 a 4 nos pênaltis. Após uma final ‘caipira’, com dois times do interior, é o segundo título da história do Fantasma no Estadual.

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Como a primeira partida terminou empatada em dois a dois, uma vitória simples garantiria o título – o empate levava a decisão aos pênaltis. O jogo teve início às 16 horas, diante de um estádio lotado. E o time da casa fez valer o mando para conquistar o título, após empatar no tempo regulamentar em 1 a 1, e conquistar o título em mais uma vitória nos pênaltis.

A PARTIDA - O Operário começou com Elias, Diogo Mateus, Allan Godói, Joseph, Gabriel Feliciano, Fransérgio, Neto Paraíba, Boschilia, Allano, Mingotti e Rodrigo Rodrigues. Já o ‘Dogão’ iniciou a partida com Dheimison, Raphinha, Ronald Carvalho, Tito, Max Miller, Buga, Rodrigo, Léo Ceará, Negueba, Moraes e Maranhão.

A bola começou com o Maringá, que deu o pontapé inicial, chegando no ataque, mas sem conseguir finalizar. A posse então foi para o time da casa, que também conseguiu avançar, com Rodrigo Rodrigues, pelo lado direito, invadindo a área e cruzando, mas a bola foi tirada pela zaga.

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A primeira grande chance da partida foi aos quatro minutos, com Raphinha, que recebeu sozinho e bateu de primeira, cruzado, mas sem mira. A partida começou equilibrada, com o Maringá marcando filme, para o Operário não abrir espaço. Aos 17, outra finalização do time visitante: Moraes finalizou pelo lado direito e a bola passou lambendo o segundo pau, assustando a torcida alvinegra.

O Maringá, então, começou a crescer na partida e aparecer mais, criando mais oportunidades. Aos 21, Buga finalizou da entrada da área e acertou o travessão, depois de desviar em Fransérgio. Aos 27 minutos, mais duas chances claras de gol para o Maringá, com uma finalização de Rapinha sozinho, que foi para fora, e depois com Léo Ceará, que arriscou de fora da área e a bola passou perto do ângulo esquerdo de Elias. Três minutos depois, aos 30, a bola mais uma vez atingiu o travessão do goleiro Elias, após uma bicicleta de Moraes – mas na finalização, ele acertou a cabeça do atleta do Operário.

O maior volume de jogo do ‘Dogão’ resultou no primeiro gol da partida: o Maringá saiu na frente no placar, com gol aos 37 minutos, de Matheus Moraes. Léo Ceará recebeu a bola e fez o passe para Matheus Moraes, que dominou e chutou na saída do goleiro do Operário. No placar, 1 a 0.

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Mas o Operário reagiu, foi para o ataque e, três minutos depois, houve um pênalti: a bola acertou o braço de Max Miller dentro da área e o árbitro apitou, apontando a marca da cal dentro da área. Boschilia estava próximo à bola, mas Mingotti mostrou confiança e se prontificou a cobrar. Na cobrança, ele chutou para seu lado esquerdo, o direito do goleiro Dheimison, que até chegou a encostar na bola, mas não conseguiu evitar. A rede balançou e o gol do Operário foi anotado: 1 a 1 no placar a 3 a 3 no agregado dos dois jogos.

E a festa da torcida foi feita, com muita comemoração, tanto no estádio, quanto na praça Barão de Guaraúna, onde há um telão e a presença de centenas de torcedores, acompanhando a partida. A partida seguiu até os 48 minutos, quando houve o apito para o fim da primeira etapa.

SEGUNDO TEMPO - O segundo tempo começou com duas mudanças para o Operário: saíram Fransérgio e Gabriel Feliciano para entrar Índio e Cristiano. O jogo seguiu bastante equilibrado, com a posse dividida entre as duas equipes, mas sem tantas chances de gol, como foi na primeira etapa da partida.

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O tempo foi passando e nenhum dos times anotou. O Operário parecia não querer a decisão dos pênaltis, tentando fazer o gol e levar a alegria à sua torcida. Mas o Maringá, no final, deu um ‘gás’ final: Aos 44, após uma cobrança de escanteio, Max Miller cabeceou e Elias fez uma defesa no reflexo – mas uma falta foi marcada.

Aos 46, foi a vez do Operário quase decidir: a bola sobrou para Boschilia, sozinho, que chutou de primeira, mas sem acertar o gol. E a partida foi para os pênaltis, após acabar em 1 a 1, aos 48 minutos.

O público foi de 10.153 torcedores pagantes, e mais 289 de público livre, resultando em um público total de 10.442 pessoas, e uma renda de R$ 606,1 mil.

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PÊNALTIS - A primeira cobrança foi do Operário. Daniel Amorim cobrou certeiro, alto, no canto esquerdo. Pelo Maringá, Maranhão também converteu.

A segunda rodada de cobranças foi aberta por Neto Paraíba. Ele chutou forte, no canto direito do goleiro, acertando a lateral da rede. Negueba chutou pelo time visitante e acertou a gaveta. No placar 2 a 2.

Pelo Operário, Cristiano chutou no alto e também converteu. Já pelo Maringá, a cobrança quase foi defendida por Elias: Cheron chutou no canto direito do goleiro, que encostou na bola, mas não conseguiu desviar sua trajetória o suficiente.

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A quarta cobrança foi de Boschilia: ele chutou no canto esquerdo do goleiro, que defendeu. Mas o árbitro fez a cobrança voltar, porque o goleiro do Maringá se mexeu. Na segunda cobrança, Boschilia cobrou para o mesmo lado e converteu. O time visitante também converteu a quarta cobrança, com Júlio.

Jean Lucas foi o quinto atleta do Operário escalado para as cobranças: ele chutou rasteiro e o goleiro encostou na bola, mas não conseguiu segurar, também convertendo. O último dos pênaltis ‘regulares’ do Maringá ficou a cargo de Ronald, que não converteu: Elias defendeu.

E o Operário se sagrou campeão, com o placar de 5 a 4 nos pênaltis, para a alegria da torcida alvinegra no Estádio Germano Krüger, em Vila Oficinas.

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Com informações: Porta aRede

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