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VIOLÊNCIA INFANTIL

Homem é condenado a 22 anos de prisão por espancar filho de três meses no PR

Crime ocorreu em dezembro de 2023 e deixou a criança com sequelas permanentes; pai praticou agressão porque bebê não parava de chorar

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Homem é condenado a 22 anos de prisão por espancar filho de três meses no PR
Autor De acordo com a denúncia, o homem espancou a criança com extrema violência no interior da residência da família - Foto: MP-PR

Um homem foi condenado nesta quarta-feira (6) a 22 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, por tentar matar o próprio filho, um bebê de apenas três meses, na cidade de Corbélia, no Oeste do Paraná. O crime ocorreu em 13 de dezembro de 2023. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri acolheu as teses do Ministério Público do Paraná, reconhecendo o motivo fútil como qualificadora, uma vez que as agressões foram motivadas pelo choro da criança, e o fato de a vítima ser menor de 14 anos como causa para o aumento da pena. O réu, identificado como Marcos Batista Alves Ribeiro, já estava em prisão preventiva e seguirá detido. A defesa ainda não se manifestou sobre a condenação.

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De acordo com a denúncia, o homem espancou a criança com extrema violência no interior da residência da família. A promotora de Justiça Cláudia Tonetti Biazus relatou que as agressões aconteceram por volta das 9h da manhã, mas a vítima permaneceu sem atendimento até as 18h, quando a avó chegou em casa e conseguiu prestar socorro. A mãe do bebê não foi processada porque, segundo as investigações, negligenciou o atendimento por medo de também se tornar vítima da violência do marido. Em decorrência do espancamento, a criança sofreu traumatismo cranioencefálico e apresentou múltiplos hematomas pelo corpo e rosto.

O bebê sobreviveu, porém o episódio deixou marcas irreversíveis. Segundo a promotora responsável pelo caso, o ataque bárbaro resultou em sequelas permanentes, exigindo tratamento médico contínuo. O prognóstico atual da vítima indica dificuldades futuras na fala e na locomoção, existindo ainda a possibilidade de que a criança não consiga andar. Após as agressões e a recuperação inicial, o menino foi encaminhado para a fila de adoção e, aos nove meses de idade, foi acolhido por uma nova família.

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