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Família pede ajuda para identificar mulher encontrada carbonizada dentro de carro no PR

Identificação oficial dependerá de teste genético que pode levar até três meses, levando parentes a buscarem autorização judicial para o sepultamento

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Família pede ajuda para identificar mulher encontrada carbonizada dentro de carro no PR
Autor Os parentes enfrentam entraves burocráticos para realizar a despedida - Foto: Reprodução/ Tarobá

A família de Edna dos Santos, proprietária de uma caminhonete Chevrolet Montana encontrada em chamas na Estrada São Rafael, em Rolândia, fez um apelo público nas redes sociais em busca de informações que ajudem a Polícia Civil a esclarecer a morte de uma mulher cujo corpo foi localizado carbonizado no interior do veículo.

- LEIA MAIS: Homem ameaça explodir lanchonete, abandona mala e mobiliza forças de segurança no PR

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A filha de Edna gravou um vídeo pedindo que testemunhas que tenham visto o utilitário ou a mãe na região da rodoviária da cidade, procurem a delegacia para prestar depoimento e contribuir com as investigações.

Confira o vídeo completo:

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Um post compartilhado por Jéssica Ferreira (@jessica_ffereira)

Segundo o relato da filha, Edna esteve em sua residência durante o período da tarde para visitar a neta. Antes de sair com a caminhonete, a mãe deixou no local seus pertences pessoais, incluindo bolsa, carteira e aparelho celular, sem dar explicações sobre o motivo de não levá-los.

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Emocionada, a jovem também aproveitou o pronunciamento para rebater boatos que circulavam na internet sobre o estado de saúde mental da mãe, garantindo que Edna era uma pessoa saudável, afetuosa e sem histórico de transtornos psicológicos.

Além do luto, os parentes enfrentam entraves burocráticos para realizar a despedida. Como a família não possuía o prontuário odontológico de Edna, não foi possível realizar a identificação do corpo por meio da arcada dentária, tornando obrigatória a realização de um exame de DNA pelo Instituto Médico-Legal.

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Como o laudo pericial definitivo pode levar de dois a três meses para ser concluído, os familiares tentam obter uma autorização judicial para conseguir a liberação do corpo e realizar o sepultamento. O caso e as circunstâncias do incêndio seguem sob apuração da Polícia Civil de Rolândia.

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