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INSALUBRE

Cozinha de escola municipal do PR é interditada após fiscalização flagrar baratas em freezers

Inspeção encontrou produtos fora da validade, que foram imediatamente descartados. Prefeitura fará adequações no espaço

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Cozinha de escola municipal do PR é interditada após fiscalização flagrar baratas em freezers
Autor Foto: ARede/ Reprodução

A cozinha de uma escola municipal em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, foi interditada após uma fiscalização constatar graves irregularidades sanitárias no ambiente, incluindo a presença de focos de insetos, baratas dentro de freezers e alimentos com o prazo de validade vencido. Os produtos impróprios para o consumo humano foram imediatamente descartados. O flagrante ocorreu durante uma vistoria conduzida pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Merenda Escolar, que contou com o acompanhamento de equipes da Vigilância Sanitária e da Secretaria Municipal de Educação.

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Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Educação explicou que as inconformidades foram identificadas inicialmente pelo Setor de Alimentação Escolar na última quarta-feira (28). Diante da gravidade da situação, a pasta comunicou o caso à Vigilância Sanitária, que compareceu à unidade de ensino na manhã de quinta-feira (29) e formalizou a interdição do espaço. Agora, a cozinha precisará passar por uma série de adequações para voltar a atender às exigências legais de higiene. A previsão da prefeitura é realizar essas melhorias estruturais e de limpeza entre sexta-feira (30) e segunda-feira (2), para que uma nova avaliação determine a possibilidade de reabertura do local na terça-feira (3).

O cenário de insalubridade gerou forte preocupação entre os pais dos alunos, que passaram a questionar a segurança do ambiente utilizado para preparar a comida das crianças. A presidente da CPI da Merenda Escolar, vereadora Enfermeira Marisleidy Rama, assegurou que a comissão continuará investigando os problemas identificados para cobrar o rigoroso cumprimento das exigências sanitárias e dos contratos vigentes. O objetivo dos parlamentares, em conjunto com uma apuração interna que será conduzida pelo próprio Setor de Alimentação Escolar, é esclarecer as responsabilidades pelas falhas e garantir que os estudantes recebam uma alimentação preparada dentro dos mais altos padrões de higiene e segurança.

As informações são do Portal ARede.

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