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Casal é preso por suspeita de abuso e omissão após morte de bebê de 28 dias no PR

Criança faleceu durante transferência para hospital em Cornélio Procópio; equipe médica encontrou indícios de violência sexual

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Casal é preso por suspeita de abuso e omissão após morte de bebê de 28 dias no PR
Autor Foto: Polícia Civil do Paraná

A Polícia Civil prendeu em flagrante um casal suspeito de envolvimento na morte da própria filha, uma bebê de apenas 28 dias, nesta segunda-feira (4). A criança apresentava sinais de violência sexual e lesões internas, descobertos por equipes médicas durante atendimento na Santa Casa de Cornélio Procópio, após uma transferência hospitalar vinda do município de Ibaiti, no Paraná.

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A recém-nascida deu entrada na unidade de saúde em estado gravíssimo por volta das 16h30. Segundo o delegado responsável pelo caso, Adriano Diogo Coelho, os profissionais de saúde tentaram manobras de reanimação, mas o óbito foi confirmado cerca de uma hora depois. Durante o atendimento, a equipe médica notou vestígios físicos de um possível abuso e, por meio de exames de raio-x, identificou as lesões internas, o que motivou o acionamento imediato das autoridades policiais para o início das investigações.

Os pais da criança compareceram ao hospital apenas no início da noite e foram levados para interrogatório, onde apresentaram graves contradições. O delegado explicou que o casal não soube justificar a origem dos machucados evidentes na bebê. Como ambos eram responsáveis por tarefas diárias, como a troca de fraldas, a polícia concluiu que seria impossível não notar os ferimentos, o que levou à forte suspeita de que estariam omitindo informações fundamentais.

A prisão em flagrante foi mantida pela autoridade policial com base, no mínimo, na omissão criminosa no dever de cuidado e na demora em levar a criança ao hospital. Pelo Código Penal, os pais possuem a função de garantidores e respondem criminalmente caso se omitam de proteger os filhos. A confirmação definitiva sobre o abuso sexual e a causa exata da morte depende agora da conclusão do laudo de necropsia, que está sendo elaborado pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina em conjunto com a Polícia Científica.

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