Assassinato de trabalhador no Centro de Maringá pode ter ligação com dívida na Bahia
Investigação apura se o crime tem relação com cobrança de empréstimo realizado pela vítima

Três homens foram detidos nesta sexta-feira (19) por suspeita de envolvimento no assassinato de Jailton Chaves dos Santos Júnior, de 27 anos, no centro da cidade de Maringá. Um dos detidos é natural da Bahia, estado onde a vítima residia antes de se mudar para o Paraná.
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De acordo com as informações da Polícia Militar (PM), a vítima chegou ao trabalho mais cedo, pois teve uma consulta odontológica em uma clínica localizada em frente a empresa onde trabalhava. Após ter deixado o consultório, ele aguardava o início do expediente sentado na calçada, e foi surpreendido pelos criminosos. Jailton foi atingido por sete tiros e morreu no local antes da chegada do socorro.
Minutos depois da execução, uma testemunha conseguiu anotar a placa do veículo utilizado pelos criminosos. A informação foi imediatamente repassada às equipes de segurança que realizavam buscas pela cidade. Pouco tempo depois, policiais militares localizaram o automóvel na Avenida Tuiuti, nas proximidades da Avenida Colombo.
Durante a abordagem, três suspeitos foram detidos. Com eles, os policiais apreenderam dois carregadores, uma pistola, uma balaclava, celulares e placas veiculares que serão analisadas durante a investigação.
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Motivação do assassinato no Centro de Maringá
A Polícia Civil de Maringá, por meio da DHPP, investiga se a morte de Jailton foi motivada por uma antiga dívida financeira feita na Bahia. Segundo familiares, a vítima supostamente atuava com agiotagem em seu estado natal e vinha tentando cobrar uma grande quantia emprestada. Nenhuma outra linha de investigação foi descartada.
Testemunhas relataram que os criminosos chegaram em um Fiat Mobi; um homem de roupas pretas e tênis brancos desembarcou e disparou várias vezes contra o jovem. Policiais e guardas municipais isolaram a área para a perícia, e o inquérito segue em andamento para detalhar o caso e definir a responsabilidade dos suspeitos já presos.
Com informações do Plantão Maringá
