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Após ameaças de estupro e “bolão”, UFPR promete reforçar segurança no campus

Medidas incluem mais vigilantes físicos, totens de monitoramento e melhoria na iluminação

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Após ameaças de estupro e “bolão”, UFPR promete reforçar segurança no campus
Autor A Universidade prometeu reforçar a segurança - Foto: Marcos Solivan/Divulgação UFPR

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) anunciou o reforço na segurança de suas instalações e solicitou aumento do policiamento após uma estudante de Medicina ser alvo de ameaças de estupro. O caso veio à tona por meio de uma denúncia do Diretório Acadêmico de Medicina Nilo Cairo (DANC), que relatou que a aluna vinha sofrendo perseguição e abordagens por um aplicativo de mensagens. Segundo os estudantes, o grupo estaria promovendo um "bolão" com apostas sobre quem conseguiria violentar a vítima e outras mulheres no campus.

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Para tentar garantir a proteção da comunidade universitária, a instituição começou a ampliar a presença de vigilantes em postos físicos. O assessor jurídico da Reitoria, Rodrigo Kanayama, explicou que a universidade também investirá em monitoramento eletrônico, por meio de totens e torres de vigilância, além de aprimorar a iluminação dos espaços para dar mais tranquilidade a quem circula à noite. Como as novas instalações dependem de processo licitatório, ainda não há uma data definida para a implementação completa dos sistemas.

Paralelamente às medidas de segurança, o caso está sendo investigado. A UFPR teve acesso aos prints das ameaças, que seguem em sigilo, e a Corregedoria apura se o autor das intimidações é um membro da comunidade interna ou uma pessoa de fora. Caso a autoria recaia sobre um estudante, será aberto um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), com punições que vão desde a suspensão até a exclusão do quadro de alunos. A Polícia Civil do Paraná também instaurou um inquérito para identificar e responsabilizar os envolvidos.

A estudante vítima das ameaças foi acolhida pela universidade, recebendo o atendimento psicológico e jurídico previsto nas normas internas de proteção a vítimas de violência. Apesar do tom alarmante das mensagens relatadas pelo diretório acadêmico, Kanayama esclareceu que, até o momento, a instituição trata o episódio como um caso pontual e direcionado a uma aluna específica, sem a confirmação de uma ameaça generalizada contra o restante do corpo discente. A orientação para eventuais novas vítimas é buscar imediatamente a Ouvidoria da instituição ou a Delegacia da Mulher da Capital.

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Confira a íntegra do posicionamento divulgado pela UFPR sobre o caso:

"A Universidade Federal do Paraná (UFPR) informa que tomou conhecimento das mensagens que circulam em grupos de estudantes, a partir de uma denúncia grave envolvendo ameaça de violência sexual. A instituição adotou medidas imediatas de acolhimento e orientação às pessoas envolvidas, além de acionar os setores responsáveis pela segurança institucional e pelo acompanhamento da comunidade universitária. Será também instaurada investigação preliminar no âmbito da Corregedoria para apuração de responsabilidade de membros da comunidade universitária. Infelizmente, tais acontecimentos refletem o status atual da sociedade em geral, marcado por um alarmante número de casos de violência contra as mulheres. Entretanto, a UFPR possui as instâncias adequadas para fazer o acolhimento e a apuração de tais incidentes, bem como para tomar medidas de prevenção. A gestão da UFPR se mantém vigilante e ativa para que o ambiente da Universidade seja inclusivo, acolhedor e seguro para todas as pessoas".

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