Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Paraná
publicidade
PARANÁ

Audiência pública na Assembleia, na quarta-feira (13), debaterá partilha de ICMS da Klabin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A partilha da cota-parte do ICMS gerado pela nova fábrica da Klabin entre 12 municípios do Norte Pioneiro e dos Campos Gerais será discutida em audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná nesta quarta-feira (13), às 9h30, no Auditório Legislativo da Casa. A reunião é uma iniciativa dos deputados estaduais Tercilio Turini (PPS), Luiz Claudio Romanelli (PSB) e Marcio Pauliki (PDT), para esclarecer dúvidas e agilizar procedimentos que garantam o repasse do tributo aos municípios.

Convênio assinado em junho do ano passado, na inauguração da indústria, estabeleceu que 50% do ICMS pago pela Klabin vão para Ortigueira, como sede da fábrica, e 50% devem ser partilhados entre municípios que fornecem madeira. Os beneficiados são Cândido de Abreu, Congoinhas, Curiúva, Imbaú, Reserva, Rio Branco do Ivaí, São Jerônimo da Serra, Sapopema, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em pronunciamento na sessão desta segunda-feira (11), Tercilio Turini informou que até agora, quase um ano e meio após o convênio, esses municípios não receberam qualquer repasse do ICMS da Klabin. “Há entraves que precisam ser solucionados com urgência. A audiência pública vai verificar as pendências e como resolvê-las”, afirma. Serão convidados prefeitos e presidentes de câmaras dos 12 municípios, representantes do Governo do Estado, do Tribunal de Contas e da empresa Klabin.

O objetivo do convênio foi garantir que a unidade da Klabin reverta receita também a municípios menores que fornecem matéria-prima, com o plantio de pinus e eucaliptos em seus territórios. “É um avanço, uma forma de compensar os municípios produtores de madeira. Representa justiça fiscal e leva do ICMS a um maior número de pessoas. Mas o convênio precisa ser colocado em prática”, ressalta Tercilio Turini.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV