Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Primeiro comboio de ajuda humanitária chega à região síria de Ghouta

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A região síria de Ghouta Oriental, que está sob ataque das forças leais ao ditador Bashar al-Assad, começou a receber nesta segunda-feira (5) um comboio humanitário, a primeira ajuda a chegar desde o início dos bombardeiros há duas semanas.

Autoridades que acompanham o comboio reclamaram que o governo sírio impediu a entrada de parte dos medicamentos e que manteve os bombardeiros durante a passagem do grupo. Segundo um acordo proposto pela Rússia, aliada de Assad, os ataques deveriam ser interrompidos durante cinco horas diárias para a passagem de ajuda humanitária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Precisamos ser assegurados de que vamos ser capazes de entregar o auxílio humanitário sob boas condições", disse à agência de notícias Reuters Ali al-Za'tari, representante da ONU na missão.

A região de Ghouta Oriental (formada por uma série de fazendas e cidades satélites) tem cerca de 400 moradores e é o último ponto controlado pelos rebeldes próximo a Damasco.

Por isso, desde 2013 o Exército sírio impôs um cerco ao local, dificultando o acesso da população a alimentos e remédios. A situação piorou desde o início da nova onda de ataques, com a qual Assad já teria recuperado mais de um terço do território da região. Mais de 700 pessoas morreram nos bombardeios, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que tem sede em Londres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução pedindo uma trégua de 30 dias em Ghouta, mas a medida até o momento não foi seguida. Assad afirma que os rebeldes que controlam a região são na verdade terroristas e que, por isso, não iria seguir o cessar-fogo.

O comboio desta segunda, formado por 46 caminhões, foi acompanhado pelas Nações Unidas, pela Organização Mundial da Saúde e pelo Crescente Vermelho. O objetivo inicial era levar comida para 70 mil pessoas, mas segundo Za'tari, no fim apenas 27.500 moradores vão receber os alimentos, já que o governo sírio bloqueou a entrada do resto do material.

A OMS afirmou que cerca de 70% dos equipamentos médicos, incluindo kits cirúrgicos, insulina e equipamentos de diálise, também foram impedidos de entrar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ONU afirmou que Damasco autorizou a entrada do restante do material em um novo comboio, que deve acontecer em três dias. A Síria não explicou as razões para o bloqueio.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV