Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Condenação de ex-líder seguiu trâmite lento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Para colocar Fujimori no banco dos réus, a Justiça peruana teve de seguir um caminho lento.

Primeiro, porque só estava permitido julgá-lo pelos crimes pelos quais foi pedida sua extradição desde o Chile, em 2007. Estes eram os os massacres de La Cantuta e de Barrios Altos, onde 25 civis foram mortos pelo Colina, o sequestro do jornalista Gustavo Gorriti e alguns casos de corrupção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A extradição permitiu que o julgamento por esses delitos fosse a cabo, com a condenação a 25 anos de cadeia. Outros casos, porém, seguiram bloqueados porque não constavam do pedido inicial de extradição, como o massacre de Pativilca e a esterilização sem consentimento de mais de 200 mil mulheres, além de outros casos de corrupção e de conflitos de interesse.

Apenas no ano passado a Justiça peruana conseguiu que a Suprema Corte do Chile ampliasse as razões da extradição para incluir o caso de Pativilca. Os outros seguem à espera.

O advogado de Alberto Fujimori, Miguel Pérez Arroyo, disse que o ex-presidente não se recusará a falar sobre o episódio, mas quer garantido seu direito de fazê-lo em liberdade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma pesquisa de janeiro mostra que 49% dos peruanos são contra o perdão, enquanto 50% o aprovam.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV