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Curdos votam a favor de separação do Iraque em referendo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A maior parte dos eleitores que participaram de um referendo sobre a separação do Curdistão em relação ao Iraque votaram a favor da independência da região.

Segundo divulgou nesta quarta-feira (27) a comissão eleitoral, o "sim" ?pela independência? recebeu 92,73 % dos votos na disputa. O "não" ficou com 7,27%.

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Segundo o órgão, 3,3 milhões de pessoas votaram ?o equivalente a 72% dos 5,2 milhões de curdos aptos a participarem do pleito.

O resultado, porém, não deve levar a uma independência imediata da região, já que o resultado do pleito não é vinculante e o governo iraquiano não reconheceu a legitimidade da votação.

Com isso, Massoud Barzani, presidente do Governo Regional do Curdistão (GRC) ?como é conhecida a região do norte do Iraque onde vive a minoria curda? deve usar o resultado para iniciar negociações com o governo central em Bagdá.

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O GRC conquistou conquistou autonomia em 1991 e agora os curdos pleiteiam uma independência total de Bagdá. Eles enfrentam oposição não só do governo iraquiano, mas também de outros países como Turquia e Irã, onde há minorias curdas e temor de movimentos separatistas.

Para Bagdá, uma secessão curda implicaria perda de território e de boa parte da produção de petróleo do país. Os curdos reivindicam várias áreas que foram conquistadas pelos soldados pesh merga durante o combate ao Estado Islâmico (EI). Entre elas está Kirkuk, cidade produtora de petróleo com população árabe, cristã e turcomena, contrária ao domínio curdo.

Nesta quarta, políticos xiitas defenderam no parlamento iraquiano que o governo central envie tropas para a região contra os curdos, inclusive para Kirkuk.

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Em resposta, o primeiro-ministro do país, Haider al-Abadi, avisou que não pretende usar a força para controlar a minoria e disse que quer evitar "uma luta entre cidadãos iraquianos".

O premiê disse, porém, que tomará outras medidas para impedir a independência curda. Ele ordenou o GRC a entregar até sexta-feira (29) o controle dos aeroportos da região para o governo central e avisou que haverá um boicote aéreo caso isso não aconteça. O governo curdo não respondeu se seguirá a ordem e pediu a Bagdá uma negociação sobre o caso.

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