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Prefeito de BH processa Dnit e critica deputados por acidentes em rodoanel

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CAROLINA LINHARES

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), afirmou nesta segunda-feira (11) que pretende dar um basta nos acidentes no Anel Rodoviário, que já deixaram 11 mortos neste ano.

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Na última quarta-feira (6), um caminhão desgovernado atingiu veículos e pegou fogo, deixando três vítimas no Anel Rodoviário, estrada de 27 km que liga Belo Horizonte a rodovias.

O policial civil Dogmar Alves Monteiro, 52, sua mulher, Kelly Cristina da Silva Monteiro, 46, e o filho de casal, o estudante de medicina Victor Silva Monteiro, 21, foram enterrados no sábado (9). O motorista do caminhão, Luiz Pereira, 24, está preso preventivamente.

O acidente motivou a prefeitura a entrar com duas ações na Justiça. A primeira foi ajuizada na sexta-feira (8) e pede que a administração do Anel Rodoviário e os recursos federais destinados a ele passem a ser geridos pelo município de Belo Horizonte.

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A ação foi movida contra a União, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) e a Via 040, empresa que administra 10,7 km do Anel.

A prefeitura pede que passe a ser o poder concedente para fiscalizar o contrato de concessão com a Via 040 e pede que a União firme um convênio para que a cidade passe a administrar o Anel Rodoviário.

Um projeto de lei já tramita na Câmara Municipal de Belo Horizonte para autorizar a municipalização da via. A proposta já obteve pareceres favoráveis em comissões e ainda será votada no plenário.

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Uma segunda ação pede a instauração de investigação criminal contra o superintendente do Dnit em Minas Gerais, Fabiano Martins Cunha, por homicídios, lesão corporal, prevaricação e por não sinalizar a estrada.

Para o prefeito de Belo Horizonte, há descaso com o Anel Rodoviário. As ações falam em "estado de calamidade pública" e mais de 25 mil acidentes em dez anos. A estrada, concebida na década de 1960, quando circulavam ali 1,5 mil veículos, hoje recebe uma frota de 160 mil.

"O Orçamento do Dnit para este ano de crise é de R$ 10 bilhões e nem pintura de faixa foi feita na área de jurisdição deles em Belo Horizonte", disse Kalil.

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Procurados pela Folha, a ANTT e a Via 040 informaram que não foram notificadas da ação. O Dnit e a Advocacia-Geral da União não haviam respondido até a publicação da reportagem.

DEPUTADOS

O prefeito aproveitou para alfinetar os deputados federais mineiros. "Em 2018 nós teremos eleições e eu quero avisar para os deputados federais que estão lá pensando só neles, que eles vão ser cobrados pelo prefeito de Belo Horizonte. De quem é o Dnit? Qual é o partido? Qual é o deputado federal? Aqui é tudo loteado, tudo tem dono", disse.

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"É o que eu disse a esses deputados que estão de olho aqui em 2018: mineiro não é cachorro, nem gato, nem passarinho. Mineiro vota. E nós vamos responder essa turma em 2018. Então tomem cuidado e venham cuidar da gente. Senão vamos fazer com eles [em 2018] o que fizemos na prefeitura [na eleição de 2016]."

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