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ATUALIZADA - Parentes de vítimas entram com ação por naufrágio no Pará

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BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Familiares de nove desaparecidos no naufrágio que ocorreu no Pará em 2 de agosto planejam entrar com ação judicial nesta segunda (4), questionando a empresa Transportes Bertolini Ltda., proprietária do rebocador que afundou após bater em um navio cargueiro no rio Amazonas.

Um mês após o naufrágio, as famílias reclamam de demora para retirar a embarcação do fundo do rio --acredita-se que os corpos dos desaparecidos estejam lá. O veículo foi encontrado por um radar a 63 metros de profundidade e a 15 quilômetros de onde ocorreu o acidente, em Óbidos (a 783 km de Belém).

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Um ato com as famílias está marcado para 8h desta segunda, quando a ação será ajuizada, em frente ao fórum de Santarém (a 700 km de Belém), onde o caso está sendo investigado e onde fica a sede da Bertolini. Os desaparecidos faziam parte da tripulação do rebocador. Duas pessoas sobreviveram.

O objetivo da ação é cobrar celeridade no resgate dos corpos. "Queremos ver se as autoridades conseguem fazer cumprir a retirada da embarcação e também para dar uma resposta concreta aos familiares", diz Gilmar dos Santos Brito, irmão de Juraci dos Santos Brito, desaparecido.

A Transportes Bertolini tem até 15 de setembro para apresentar um plano de resgate à Marinha e até novembro para retirar o rebocador.

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A Procuradoria e o Corpo de Bombeiros dizem que há risco de que o resgate fique inviável nesse prazo.

Quinta (31) e sexta (1ª), as famílias protestaram em frente à Bertolini, impedindo a passagem pelos portões. O bloqueio só foi desmobilizado por uma ordem judicial, com multa de R$ 5.000.

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