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ATUALIZADA - Trump fala em 'todas as opções' contra Kim

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu ao lançamento de um míssil norte-coreano que sobrevoou o aliado Japão dizendo, nesta terça-feira (29), que "todas as opções estão sobre a mesa".

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Apesar de a declaração manter viva a possibilidade de uma ação militar, o tom foi mais brando do que o adotado por Trump desde o início do mês, quando ele ameaçou responder com "fogo e fúria" se a Coreia do Norte fizesse mais ameaças ao país e disse que as armas estavam "engatilhadas e carregadas".

Trump evitou, inclusive, confrontar o regime de Kim Jong-un nas redes sociais --como geralmente faz-- ou ao ser questionado por jornalistas. A mensagem desta terça foi divulgada por nota pela Casa Branca.

"O mundo recebeu a mais recente mensagem da Coreia do Norte em alto e bom som: esse regime sinalizou seu desprezo pelos vizinhos, por todos os membros da ONU e pelos padrões mínimos aceitáveis de comportamento internacional", disse. "Todas as opções estão sobre a mesa."

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Após a divulgação do comunicado, o coronel Robert Manning, porta-voz do Pentágono, disse à Reuters que uma solução diplomática ainda era a preferida pelos militares. "Todas as opções estão sobre a mesa, mas a diplomacia ainda está no topo delas", afirmou.

No domingo, antes da ação norte-coreana contra o Japão, o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, havia dito que o país manteria uma "campanha de pressão pacífica" para trazer Pyongyang à "mesa de negociação".

Dias antes, num comício no Arizona, Trump afirmou que o regime norte-coreano estava "começando a respeitar os EUA".

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Um alto funcionário do governo disse à Associated Press que a ausência de uma resposta mais dura de Trump nesta terça já seria parte do esforço do novo chefe de gabinete da Casa Branca, o general John Kelly, de evitar a escalada retórica entre os dois governos vista no início de agosto.

A Coreia do Sul, no entanto, respondeu com mais testes militares. Segundo Seul, quatro caças F-15K lançaram oito bombas MK 84 em alvos simulados no território sul-coreano nesta terça.

Segundo Yoon Young-chan, porta-voz do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, os exercícios desta terça mostram "a forte capacidade de punição contra o Norte".

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Após um telefonema de 40 minutos com Trump nesta terça, o premiê japonês, Shinzo Abe, reforçou a "forte aliança" entre os dois países.

"O presidente Trump expressou seu forte compromisso em defender o Japão, dizendo que ele está 100% com o Japão", afirmou Abe.

Na manhã de terça (noite de segunda no Brasil), o míssil norte-coreano de alcance intermediário percorreu cerca de 2.700 km e alcançou uma altitude de 550 km, atravessando a ilha japonesa de Hokkaido. O artefato se desfez em três pedaços antes de cair no mar.

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Segundo o regime norte-coreano, o ditador Kim Jong-un estava presente durante o lançamento do míssil Hwasong-12 --modelo que seria capaz de atingir também o território americano de Guam, no Pacífico.

CONSELHO DA ONU

No plano multilateral, os EUA tentavam aprovar, durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança nesta terça, um comunicado condenando o lançamento do míssil e instando todos os Estados-membros --em especial a China-- a "implementar de forma estrita, completa e rápida" as sanções contra Pyongyang. A reunião não havia terminado até a conclusão desta edição.

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Antes do encontro, a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, disse que o órgão devia tomar uma dura ação em resposta ao teste "totalmente inaceitável e irresponsável" de Pyongyang.

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