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Com dois terços dos votos apurados, governistas lideram eleição em Angola

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O partido governista MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) lidera a a apuração parcial da eleição presidencial de Angola. Segundo a comissão eleitoral divulgou nesta quinta-feira (24), a sigla tem 64%.

O pleito vai indicar um novo presidente para o país após 38 anos. Já foram apurados 6 milhões de um total de 9,3 milhões de eleitores.

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Principal força de oposição, a Unita (União Nacional para a Independência Total de Angola) tem 24,4%.

Mais cedo, o MPLA já tinha se declarado vencedor baseado em uma contagem própria, mas a oposição negou a informação e disse que a disputa seguia em aberto.

Caso o resultado seja mantido, o candidato da MPLA, João Lourenço, 63, será o novo presidente do país.

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A eleição foi feita de forma indireta. A população votou nos partidos que vão compor a nova assembleia nacional. O líder do partido mais votado será o novo presidente.

Favorito na disputa, Lourenço é o atual ministro da Defesa e deve substituir José Eduardo dos Santos, 74, que está no poder há 38 anos.

O MPLA comanda Angola desde que o país conseguiu a independência de Portugal, em 1975.

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Apesar de uma possível derrota, o resultado parcial indica um crescimento da oposição. Na última eleição, em 2012, a Unita teve 18,7% dos votos, contra 71,8% do MPLA.

As duas siglas travaram por 27 anos uma guerra civil. O confronto só terminou em 2002, com um acordo de paz.

CRISE

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Santos, atual presidente, anunciou em 2016 que deixaria o cargo, no qual está há 38 anos, mas que vai seguir a frente do MPLA.

Ele é considerado o responsável por transformar Angola em um dos maiores produtores de petróleo e erguer vistosos projetos de infraestrutura.

Ao mesmo tempo, parentes seus acumularam fortunas enquanto um terço da população ainda vive com menos de US$ 2 por dia, segundo o Banco Mundial. A filha mais velha do presidente, Isabel, é a mulher mais rica da África, com fortuna de US$ 2,3 bilhões, segundo o índice de bilionários Bloomberg.

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A queda do preço do petróleo também atingiu o país. Após 14 anos seguidos de alta, o crescimento da Angola foi de zero no ano passado e a inflação está na casa dos 30% ao ano.

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