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Trump usa discurso no Arizona para fazer ataques à mídia americana

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O presidente Donald Trump usou o seu "comício" na noite de terça-feira (22) em Phoenix, no Arizona, para criticar a "mídia desonesta" e rebater as críticas à sua polêmica reação à morte de uma manifestante que protestava contra a marcha de grupos racistas em Charlottesville, na Virgínia, no último dia 12.

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Apontando para o local onde estavam os jornalistas, Trump puxou um papel que continha suas declarações feitas após Charlottesville e começou a ler para mostrar "o quão desonestos são os jornalistas".

Por quase um minuto, os apoiadores do presidente presentes vaiaram os jornalistas e se uniram em gritos de "vergonha" e "falem a verdade". Trump então virou de costas para as câmeras, que transmitiam o discurso ao vivo.

No entanto, ao ler a declaração feita no sábado, horas depois de confirmada a morte de Heather Heyer, Trump pulou a parte em que ele condenou a violência "de vários lados" -ponto central das críticas feita a ele não só pela imprensa, mas também por empresários e até políticos aliados.

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"As únicas pessoas que dão plataforma para esses grupos de ódio é a própria mídia e o fake news [notícias falsas]", disse Trump.

O tom no início do discurso, mais ameno, contrastou com o restante de sua fala, na qual ele criticou os "antifas" (antif-fascistas, grupos contrários ao seu governo e dispostos ao confronto) e provocou os manifestantes que estavam do lado de fora. "Disseram que haveria uma multidão. Acho que está muito quente, e eles usam aqueles capacetes pretos", afirmou.

Minutos antes, porém, ele havia dito que "estamos todos no mesmo time", e que é preciso que os americanos tenham "lealdade uns com os outros".

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O primeiro comício após Charlottesville atraiu milhares de manifestantes contra e a favor do presidente. Muitos carregavam cartazes associando Trump à Ku Klux Klan e aos neonazistas.

Os grupos começaram a chegar horas antes do início do discurso de Trump. A tensão foi grande durante toda a tarde, mas um grande número de policiais foi destacado para fazer a segurança nos arredores do centro de convenções.

Após o discurso, a polícia usou bombas de gás para dispersar manifestantes, mas não houve confronto físico entre os grupos rivais.

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O prefeito de Phoenix, o democrata Greg Stanton, chegou a pedir que Trump adiasse a ida à cidade, por razões de segurança.

Antes do comício, Trump visitou agentes da Patrulha da Fronteira na cidade de Yuma, na Califórnia, e viu um dos drones usados para a vigilância na fronteira com o México.

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