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Em reunião em Brasília, Temer e Cartes voltam a criticar Caracas

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GUSTAVO URIBE E DANIEL CARVALHO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Brasil e o Paraguai voltaram a criticar nesta segunda (21) a ruptura da ordem democrática na Venezuela e disseram não reconhecer o poder da Assembleia Constituinte, controlada pelo regime de Nicolás Maduro.

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Em comunicado, os presidentes Michel Temer e Horácio Cartes criticaram o "caráter ilegítimo" da Constituinte e declararam "pleno respaldo" à Assembleia Nacional, onde a oposição ocupa a maioria dos assentos.

"Os presidentes reafirmaram a condenação à violação sistemática dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, à violência, repressão e perseguição política, à existência de presos políticos e à ausência de eleições livres sob observação internacional independente", assinalaram os dois países.

O documento foi divulgado durante visita oficial de Cartes ao Brasil. Em discurso, durante almoço promovido pelo Palácio do Itamaraty, o paraguaio afirmou que os dois países têm adotado atitudes "firmes" e "pacíficas" em relação à Venezuela.

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"Elas motivaram muitos países a proporem medidas que contribuíssem para a desejada restauração da institucionalidade democrática de nossa república-irmã."

RORAIMA

Também nesta segunda, a prefeita de Boa Vista (RR), Teresa Surita (PMDB), se reuniu com representantes do governo Temer para tratar da situação dos venezuelanos que migram para Roraima: "É fundamental a ajuda federal. Pedi assistência em saúde, emprego, social e indígena. Agora, vamos discutir com o governo federal a melhor forma de executar esse plano".

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A proposta inclui medidas como recepção dos imigrantes, implantação de centro de triagem e abrigo para indígenas, oferta de aluguel social e aulas de português e de qualificação profissional, além de um recenseamento.

Estimativas oficiais indicam que haja no Brasil ao menos 10 mil venezuelanos vivendo ilegalmente, concentrados em Roraima -entre eles, 500 indígenas da etnia warao que fugiram para o país com o agravamento da crise. De janeiro a maio, o Brasil recebeu 3.000 pedidos de refúgio de venezuelanos.

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