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ATUALIZADA - Forças de segurança fazem operação em favelas da zona norte do Rio

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Forças de segurança fazem, na manhã desta segunda-feira (21), uma megaoperação em algumas das principais favelas da zona norte do Rio.

Os agentes atuam no Jacarezinho, onde sete pessoas morreram em tiroteios nos últimos dez dias, Complexo do Alemão, Manguinhos, Mandela, Bandeira Dois, Parque Arará e em um condomínio Morar Carioca, espécie de Minha Casa Minha Vida do município.

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Até as 7h, sete pessoas haviam sido presas, entre elas, um soldado do Exército, Matheus Ferreira Lopes Aguiar, suspeito de vazar informações sobre a operação para traficantes. Ele teve a prisão temporária decretada.

O objetivo da operação é localizar e apreender suspeitos de envolvimento com o tráfico, drogas e armas. Os principais acessos a essas comunidades estão bloqueados.

As polícias Civil e Militar estão à frente da operação, com o apoio das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e da Agência Brasileira de Inteligência. Mais de mil homens participam da ação.

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CAOS NA SEGURANÇA

O papel das Forças Armadas na operação é fazer um cerco à área onde ocorre a operação para impedir a fuga de suspeitos e evitar que pessoas de fora da região entrem nela e se exponham a risco.

Diante da crise que o Estado enfrenta, o governo federal autorizou o uso das Forças Armadas para atuarem na segurança pública em todo o Estado. O plano do governo federal para a segurança pública no Rio deve consumir quase R$ 2 bilhões até o fim de 2018.

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O número de mortes violentas no Estado no primeiro semestre deste ano (3.457) cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2016. Foi o pior primeiro semestre desde 2009 (3.893).

O Estado também acumula um total de 97 casos de mortes violentas de PMs neste ano, uma média de um militar morto a cada dois dias.

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