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ATUALIZADA - Cidade natal de suspeito do ataque de Barcelona vive tensão imigratória

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cidade autônoma espanhola Melilla, no norte da África sofre há anos com a tensão imigratória. O local é apontado pela polícia da Catalunha como a origem de um dos dois homens presos por serem responsáveis pelo ataque terrorista desta quinta-feira (17) em Barcelona que matou 13 pessoas.

O fluxo de africanos que tentam entrar na Europa cruzando a fronteira de Marrocos com Mellilla ou Ceuta (o outro enclave espanhol na África) cresceu particularmente no início desta década, em meio à crise mundial de refugiados.

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Segundo o jornal inglês "The Guardian", há também sírios e palestinos entre os imigrantes que furam o bloqueio e entram na cidade medieval fortificada.

Melilla tem população de cerca 85 mil pessoas, metade das quais é muçulmana, segundo a publicação inglesa.

A cidade é descrita como uma panela de pressão, cercada pelo mar, de um lado, e o Marrocos, do outro.

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Internamente, a tensão é acirrada pela autoridade local, conservadora e pouco afeita à integração dos diferentes grupos de habitantes.

Há moradores cristãos, judeus, hindus e muçulmanos, estes com frequência criticados por supostamente evitarem a integração. O governo local faz uso de discursos de "nós contra eles", de modo a fomentar a islamofobia, na visão de críticos.

Para se ter uma ideia, apesar da predominância de muçulmanos, apenas um feriado local é islâmico, outros seis são cristãos, o que aumenta a tensão cultural.

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A cidade vive uma crise de desemprego com mais de 30% da mão de obra desocupada, segundo a "BBC" ?milhares de pessoas cruzam a fronteira diariamente em busca de oportunidade de vida.

Os dois enclaves, Ceuta e Melilla, são considerados autônomos, com governos regionais não inteiramente independentes, e sim vinculados à Espanha.

Em 1998, devido a pressão migratória, as fronteiras foram isoladas fisicamente e desde então são incrementadas. Hoje, uma estrutura tripla, laminada, com alarmes e ativadores de bombas de gás de efeito moral.

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A situação se agravou a partir de 2013, com a crise de refugiados mundial, e dezenas de milhões de euros são gastos todos os anos pela União Europeia para tentar impedir a entrada irregular.

A deportação é alvo de críticas ao governo por organizações de direitos humanos.

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