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ATUALIZADA - EUA pedem que Brasil, México, Chile e Peru rompam com Coreia do Norte

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, pediu nesta quarta-feira (16), durante sua passagem pela capital chilena, Santigo, que Brasil, México, Chile e Peru rompam seus laços diplomáticos e econômicos com a Coreia do Norte a fim de aumentar o isolamento ao regime de Kim Jong-un.

"Esperamos que Brasil, México, Chile e Peru se unam a nós para romper todos os laços econômicos e diplomáticos com a Coreia do Norte e, com esse isolamento, possamos chegar a uma solução pacífica na península coreana sem armas nucleares", disse Pence durante o encontro com a presidente chilena, Michelle Bachelet.

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O vice americano afirmou que a "pressão econômica e diplomática" teve resultados que levam a pensar em uma possível solução para que a Coreia do Norte finalmente abandone o seu programa de mísseis nucleares.

Pence disse que seria "especialmente bem-vindo" se o Chile reclassificasse suas exportações de vinho como bens de luxo, o que as colocaria sob o guarda-chuva das sanções aprovadas recentemente pelas Nações Unidas contra o país asiático.

O Chile é o principal exportador mundial de vinho fora da Europa.

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Bachelet, por sua vez, não fez referência ao pedido de do vice americano em sua fala, mas expressou a sua preocupação com a continuidade do programa de armas nucleares da Coreia do Norte.

Também reafirmou "o seu apoio à renovação de todos os esforços diplomáticos" para obter uma solução pacífica que permita suspender o programa balístico norte-coreano.

O comércio entre países da América Latina e a Coreia do Norte é pouco significativo.

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As exportações brasileiras para Pyongyang, por exemplo, somaram apenas US$ 2,1 milhões em 2016 --principalmente café, carne, tabaco e couro. No ano passado, o Brasil importou US$ 8,7 milhões em produtos norte-coreanos, em sua maioria peças de computador, como placas de memória digital, segundo dados do governo.

A Coreia do Norte possui uma embaixada em Brasília desde 2005, e o Brasil abriu sua representação em Pyongyang em 2009.

Procurado, o Itamaraty respondeu que o Brasil tradicionalmente aplica sanções econômicas seguindo as resoluções aprovadas pela ONU. O ministério não se manifestou especificamente sobre a declaração de Pence.

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As disputas entre EUA e Coreia do Norte alcançaram o ponto máximo de tensão depois que Kim Jong-un ameaçou, há uma semana, lançar mísseis próximos à ilha de Guam, no Pacífico, onde os EUA têm base militar.

O anúncio norte-coreano provocou a ira do presidente Donald Trump, que afirmou que daria uma resposta militar sem precedentes, causando o temor da comunidade internacional diante de um possível conflito nuclear. Essa hipótese, porém, perdeu força depois que o líder norte-coreano adiou o seu plano.

Pence também destacou a decisão de Kim, mas advertiu que "os EUA não permitirão um regime irregular na Coreia do Norte que possa desenvolver um programa nuclear que nos alcance".

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