TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Ex-senador boliviano asilado no Brasil morre após acidente de avião

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, 58, morreu na madrugada desta quarta-feira (16) em Brasília. Ele estava em estado grave no Hospital de Base desde sábado (12), após sofrer um acidente de avião.

Segundo a Secretaria de Saúde, Molina teve uma parada cardiorrespiratória e faleceu às 4h43. Por se tratar de um acidente aéreo, o corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ex-senador pilotava o próprio avião, de pequeno porte, quando caiu em Luziânia (GO). De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás, a queda aconteceu após a decolagem do aeroclube da cidade, no entorno de Brasília. Único ocupante da aeronave, Molina ficou preso nas ferragens, embora estivesse consciente. Após ser estabilizado pelos bombeiros, ele foi levado para a UTI do Hospital de Base.

ASILO

Molina pediu asilo ao Brasil em maio de 2012, alegando perseguição política do governo Evo Morales após ser acusado de vender terras de Pando, departamento que governava, e de ser o mandante de uma ação em que 20 índios foram mortos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pedido foi aceito, mas a Bolívia não deu o salvo-conduto para sair do país. Ele ficou 454 dias na embaixada em La Paz até sair com ajuda de Eduardo Saboia, encarregado de negócios, que o levou de carro até Corumbá.

De lá, o boliviano partiu para Brasília, onde morava até hoje. A operação provocou uma crise diplomática entre Evo Morales e a então presidente Dilma Rousseff, que terminou com uma suspensão a Saboia no Itamaraty.

O ex-senador também foi citado na época do acidente com o avião que levava o time da Chapecoense a Medellín, na Colômbia, que deixou 71 mortos. Ele era sogro de Miguel Quiroga, piloto e dono da empresa LaMia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV