TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Presidente da Câmara diz que vai votar projeto contra crise de segurança no RJ

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ANGELA BOLDRINI

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a Casa deve votar projetos para contornar a crise de segurança do Estado do Rio de Janeiro e voltou a criticar o secretário da segurança fluminense, Roberto Sá, nesta terça-feira (15).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Após encontro com parlamentares e ministros para discutir questões referentes à arrecadação e revisão da meta fiscal, Maia afirmou que deve ser votado na Câmara nesta semana projeto de lei que aumenta pena para aqueles que usarem fuzis.

"Nós vamos votar isso, apesar de o secretário de segurança do Rio achar que a legislação atrapalha, apesar de mudanças que foram feitas já no passado", disse. Segundo ele, além da medida, um pacote com outras mudanças deve ser apresentado pela comissão que trata do assunto na Câmara.

"Temos um grupo de leis que está sendo apresentado hoje [terça] na comissão de segurança que vai ajudar o Rio de Janeiro, mas não é a solução", disse Maia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sá havia cobrado, no sábado (12), uma mudança na legislação para conter a violência no Estado, onde um policial é morto a cada dois dias. "Cadê a reforma criminal?", questionou ele durante enterro de policial.

"Eu fico pensando se a legislação brasileira serve só para o Rio de Janeiro, porque a situação do Rio não acontece em São Paulo, não acontece em Minas, essa morte absurda de policiais fica concentrada no Rio", rebateu o presidente da Câmara. "Talvez a lei brasileira tenha falhas apenas no Rio de Janeiro e não nos outros Estados."

Ele já havia questionado a afirmação de Sá por meio das redes sociais, chamando-o de "irresponsável". "Nós vamos aprovar leis mais duras, mas a culpa da convulsão social que vivemos no Rio não é da legislação", afirmou no sábado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV