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Justiça de SP decide que Abdelmassih poderá manter prisão domiciliar

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo aceitou pedido de habeas corpus da defesa de Roger Abdelmassih, 73, neste domingo (13). A decisão, liminar, restabelece a prisão domiciliar do ex-médico.

Abdelmassih está internado desde segunda-feira (7) no hospital Albert Einstein para tratar uma superbactéria. A previsão é de alta na próxima semana.

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Na sexta-feira (11) a juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté Sueli Zeraik de Oliveira Armani havia suspendido a prisão domiciliar do ex-médico. Ele seria encaminhado para a Penitenciária de Tremembé assim que recebesse alta médica.

A decisão é reflexo do rompimento gestão Geraldo Alckmin (PSDB) com a empresa responsável pelo monitoramento de presos por meio de tornozeleira eletrônica.

No sábado (12) o ex-médico apareceu em fotos divulgadas por sua defesa usando tornozeleira eletrônica um dia após a Justiça revogar sua prisão domiciliar justamente por falhas no funcionamento do equipamento.

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O CASO

Abdelmassih ficou conhecido como "médico das estrelas" e chegou a ser considerado um dos principais especialistas em reprodução assistida do país, antes de ser acusado por dezenas de pacientes por abuso sexual.

O primeiro caso foi denunciado ao Ministério Público em abril de 2008, por uma ex-funcionária do ex-médico, como foi revelado pela Folha de S.Paulo. Depois, outras pacientes, com idades entre 30 e 40 anos, disseram ter sido molestadas quando estavam na clínica.

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As mulheres afirmam que foram surpreendidas por investidas do ex-médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente -os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação. Três dizem ter sido molestadas após sedação.

Em 2010, o ex-médico foi condenado em primeira instância a 278 anos de prisão pela série de estupros de pacientes. A pena acabou reduzida para 181 anos em 2014 por causa da prescrição de alguns crimes.

Abdelmassih ficou foragido por três anos antes de ser preso e chegou a liderar a lista de procurados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. Ele foi localizado em agosto de 2014, em Assunção, no Paraguai, de onde foi deportado.

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O Cremesp (Conselho Regional de Medicina de SP) iniciou um processo contra o médico em 2009, logo após as denúncias, e a cassação definitiva do registro profissional saiu em maio de 2011.

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