TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Maior prêmio da arte do país busca o equilíbrio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÓ PODE SER REPRODUZIDA NA ÍNTEGRA E COM ASSINATURA

SILAS MARTÍ

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - É nítida a tentativa de equilibrar gerações e trajetórias num prêmio como o Marcantonio Vilaça, o mais tradicional e relevante das artes visuais do país. Em sua sexta edição, os troféus se dividem entre consagrados e jovens artistas ainda emergentes.

Do lado dos consagrados, ou com mais maturidade e grande aceitação do circuito e do mercado, estão Rochelle Costi, Pedro Motta e Fernando Lindote. Do outro, Jaime Lauriano e Daniel Lannes.

Mais justo e inquestionável é o prêmio a Lauriano, um artista com estratégias estéticas ainda em formação e ao mesmo tempo em sintonia visceral com o atual estado de nervos à flor da pele da nação. Pele, aliás, é um dado importante na equação -ele é o único artista negro premiado, embora houvesse outros entre os finalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sua obra na irregular e esquizofrênica mostra dos finalistas é uma vitrine cheia de armas e instrumentos usados em linchamentos públicos, episódios que inundam as redes sociais desde que o país afundou no caos econômico e político nos últimos anos.

Lauriano está longe da consagração, mas é um nome promissor, em plena ascensão -perfil do artista que em geral merece esse prêmio.

Daniel Lannes, com pinturas coloridíssimas e de traços movediços, em que a história do país é alvo constante de questionamentos e releituras, é outro nome que deveria estar no radar de uma premiação como essas e ganha, nesse momento, uma primeira -e também muito justa- chancela institucional de peso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No meio do caminho, estão Fernando Lindote e Pedro Motta. Enquanto o primeiro tem longa experiência no circuito e menor penetração no mercado, o segundo tem uma obra mais tímida no circuito institucional e relativo sucesso na arena comercial, com representação de uma das galerias mais poderosas no país e aceitação dos colecionadores.

Mais consagrada de todos eles, Rochelle Costi é um nome incontornável na arte do país nas últimas décadas. Sua obra fotográfica de pegada conceitual espelha ao mesmo tempo a melancolia e a mercantilização do mundo atual. Nesse caso, seu prêmio talvez venha já com certo atraso. É uma pena, no entanto, que nomes por trás de obras tão relevantes e fortes quanto Alice Miceli, Éder Oliveira e Pablo Lobato tenham ficado de fora dessa leva de troféus.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV