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Poeta, ensaísta e compositor Antonio Cicero é eleito imortal pela ABL

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O escritor Antonio Cicero foi eleito nesta quinta-feira (10), por 30 votos a 4, o novo imortal da Academia Brasileira de Letras. Ele vai ocupar a cadeira número 27, que antes pertencia ao professor, crítico e escritor Eduardo Portella (1932-2017). Essa foi a terceira vez que o poeta, ensaísta e compositor concorreu à vaga.

Carioca nascido em 1945, Cicero lançou recentemente a coletânea de ensaios "A Poesia e a Crítica" (Companhia das Letras, 2017), que analisa aspectos da poesia e da cultura contemporânea. O autor já publicou outros três livros de ensaios, dentre eles "O Mundo desde o Fim" (Francisco Alves, 1995) e "Finalidades sem Fim" (Companhia das Letras, 2005).

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Cicero também lançou livros de poemas como "Guardar" (Record, 1996) e "A Cidade dos Livros" (Record, 2002).

Fora do meio literário, o nome do escritor ficou conhecido por volta do fim dos anos 1970 em razão de uma parceria musical com Marina Lima, sua irmã. Juntos, lançaram músicas como "Acontecimentos", "Virgem" "Fullgás" e "Pra Começar". Cicero compunha as letras, que eram musicadas por Marina.

Além dos trabalhos com a irmã, o escritor fez parcerias com outros artistas, como Adriana Calcanhotto, Frejat e Orlando Morais, e teve suas composições gravadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gal Costa.

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Cicero é o segundo escritor e compositor que a ABL elege nos últimos meses. O último foi o Geraldinho Carneiro, em outubro de 2016. Para ele, o reconhecimento do valor literário da canção é uma tendência que vem sendo replicada no mundo todo, principalmente depois de o músico Bob Dylan ter sido premiado com o Nobel de Literatura no ano passado. "É o que sempre digo: a poesia ocidental começou na Grécia e era o que hoje chamamos de letra de música. Na idade média, a literatura era puramente escrita ?e as canções populares eram desprezadas. No século 20, isso muda e hoje temos de novo essa possibilidade."

Concorreram também à posição na academia Alfredo Sirkis, Cláudio Aguiar, José Itamar Abreu Costa, Eloi Angelos G. D'Aracosia, Adenildo de Lima, Delasnieve Daspet, Felisbelo da Silva, Luís Carlos de Morais Junior e Helio Begliomini.

A cadeira que será ocupada por Cicero pertenceu inicialmente ao escritor Joaquim Nabuco (1849-1910). Depois dele, vieram nomes como Dantas Barreto (1850-1931) e Gregório da Fonseca (1875-1934).

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