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Plano de segurança para o Rio tem custo previsto de quase R$ 2 bi

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LUIZA FRANCO E LUCAS VETTORAZZO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O plano do governo federal para a segurança pública no Rio deve consumir quase R$ 2 bilhões até o fim de 2018. O valor foi divulgado pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, em encontro com jornalistas, nesta sexta-feira (4). De acordo com o ministro, R$ 700 milhões serão empenhados até o final deste ano. Mais R$1 bilhão pode entrar no orçamento do ano que vem.

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Os recursos terão finalidades diversas: pagamentos de melhorias no equipamento da polícia local, programas sociais, custeio de ações de apreensão de drogas e armas nas fronteiras e em estradas, operações das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal.

Em crise, o Rio vive desmonte da política de segurança. O número de mortes violentas no primeiro semestre deste ano (3.457) cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2016. Foi o pior primeiro semestre desde 2009 (3.893). O governo federal autorizou na última sexta-feira (28) o uso das Forças Armadas para atuarem na segurança pública em todo o Estado.

O decreto de Garantia de Lei e Ordem (GLO), assinado pelo presidente Michel Temer e publicado em edição extraordinária do "Diário Oficial", prevê utilização da tropa até o fim do ano, mas a expectativa é que a atuação permaneça até 2018.

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As tropas federais fizeram um trabalho ostensivo durante alguns dias e depois se retiraram das ruas. A ideia é que se concentrem no combate ao crime organizado, com operações contra o tráfico de drogas e milícias. Trabalharão em conjunto com as forças de segurança locais.

No encontro com jornalistas, o ministro disse também que o plano tem como objetivo desarticular a estrutura financeira de organizações criminosas e desarmá-las.

O ministro também disse que o plano buscará evitar que organizações criminosas intervenham nas eleições de 2018 –o governo teme que, com o fim do financiamento privado de campanhas, criminosos possam se tornar financiadores importantes de candidatos. No período eleitoral de 2016, 14 pessoas ligadas a campanhas políticas foram mortas na Baixada Fluminense.

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