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Kremlin concorda que relação com EUA está 'perigosamente baixa'

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Kremlin declarou nesta sexta-feira (4) que concorda com afirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que as relações russo-americanas estão em um nível "perigosamente baixo".

"O perigo vem de um deficit de interação e cooperação nos assuntos que são de vital importância entre os dois países", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

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Na quarta-feira (2), Trump assinou lei que impõe novas sanções contra Moscou. Um dia depois, o presidente tuitou que as relações entre EUA e a Rússia estão em um "nível historicamente baixo e perigoso" por causa do Congresso americano.

No domingo (30), o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a retirada de 755 diplomatas americanos do país como retaliação à decisão da Câmara e do Congresso dos EUA de aprovar mais sanções à Rússia.

Além disso, Moscou classificou as sanções como "uma declaração de guerra econômica total contra a Rússia", marcando "o fim das esperanças russas de uma melhoria das relações com a nova administração dos Estados Unidos".

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As declarações acontecem em maio às investigações do FBI sobre suposta interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016, vencida por Trump, que motivaram as novas sanções. O Kremlin nega tal envolvimento.

"Nós temos dito repetidamente que toda essa história [suposta interferência russa] é totalmente absurda e sem fundamento", disse Peskov.

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, deve se reunir neste fim de semana, nas Filipinas, com o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, com quem falou por telefone na quinta (3) para discutir as relações entre os dois países.

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