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ATUALIZADA - Macri quer saída definitiva de Caracas

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SYLVIA COLOMBO

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Subindo o tom em relação à declaração conjunta amena divulgada após a última reunião do Mercosul, em 21 de julho, em Mendoza, o presidente argentino, Mauricio Macri, disse nesta quinta-feira (3) que a Venezuela "deve ser suspensa definitivamente do Mercosul". "É inaceitável o que está ocorrendo neste país", afirmou. É a primeira declaração mais incisiva de um membro do bloco regional desde a eleição da Assembleia Constituinte venezuelana, no último domingo (30).

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Em Mendoza, tanto o Brasil como a Argentina e o Paraguai quiseram um texto final da cúpula que colocasse mais pressão contra Maduro.

O Uruguai, porém, foi contra, entre outros motivos porque o presidente do país, o socialista Tabaré Vázquez, tem em seu Congresso uma maioria de sua aliança, a Frente Ampla, que está a favor de uma solução negociada e sem a aplicação de sanções ou de ações mais duras contra o país caribenho.

Neste sábado (5), os chanceleres do bloco farão uma reunião extraordinária no Brasil para decidir se suspendem definitivamente Caracas.

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Nesta quinta-feira, em Mar del Plata, Macri expressou preocupação renovada após os eventos do fim de semana e chamou à ação os outros países da região. "Estamos alcançando um consenso em toda a América Latina e no mundo em geral de condenar o governo venezuelano, acrescentou. "A vida dos venezuelanos perdeu o valor. Deixou de ser uma democracia e os direitos humanos estão sendo violados sistematicamente", disse.

Pelas redes sociais, o presidente também acusou Maduro "violação sistemática" dos direitos humanos.

Em Mendoza, antes da eleição da Constituinte, havia ficado acertado que se daria início a um "período de consultas", que começaria com um convite a Maduro e a representantes da oposição venezuelana para irem ao Brasil -que exerce a presidência pro tempore do bloco- para iniciar essas consultas.

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COLÔMBIA

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, também criticou nesta quinta a votação convocada por Maduro.

Para ele, a Constituinte é a culminação da "destruição da democracia na Venezuela". Ele voltou a afirmar que Bogotá não irá reconhecer suas decisões.

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Além da Colômbia e da Argentina, outros sete países anunciaram que não reconhecerão a Constituinte: Canadá, EUA, Costa Rica, Guatemala, México, Panamá e Peru. Também rejeitaram a votação a Espanha e o secretário-geral da OEA, Luis Almagro. O Itamaraty declarou que a eleição "viola o direito ao sufrágio universal, desrespeita o princípio da soberania popular e confirma a ruptura da ordem constitucional".

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