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Ação de desmonte de barracas na cracolândia tem confronto com guarda

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MARIANA ZYLBERKAN

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma ação policial da GCM (Guarda Civil Municipal) dispersou o fluxo de usuários da cracolândia concentrado na alameda Cleveland em frente à estação Julio Prestes de trem.

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De acordo com usuários de drogas, a confusão começou por volta das 18h, quando guardas-civis mandaram desmanchar as barracas montadas na praça. Inibir a montagem de barracas é uma estratégia da polícia para sufocar o tráfico de drogas na cracolândia. A limpeza é feita duas vezes por dia com essa finalidade e um drone sobrevoa a área constantemente a fim de identificar os traficantes.

Os usuários obedeceram à ordem, mas mesmo assim a GCM invadiu o fluxo com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Guardas-civis tomaram a praça, onde ainda é possível ver algumas barracas montadas.

Irritados, os usuários colocaram fogo em duas caçambas de lixo. O fluxo de dependentes químicos subiu a rua Helvétia e, armados com paus e pedras, usuários ameaçaram iniciar um arrastão na avenida Rio Branco. Foi quando a Força Tática da guarda chegou e eles se dispersaram.

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O atendente de um posto de combustível disse que um grupo exigiu um galão de gasolina, mas foi embora com a chegada da polícia.

O usuário Otavio Alan da Rocha disse que foi atingido por um cassetete no braço quando tentou recuperar sua mochila com documentos que ficou na praça. "Levantei a camisa para mostrar que não estava armado e eles me bateram mesmo assim."

Responsável pela GCM, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, da gestão João Doria (PSDB), foi procurada pela reportagem, mas ainda não se manifestou sobre o episódio.

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