TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

ATUALIZADA - Tomada por barricadas da oposição, Caracas tem votação com poucas filas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

CARACAS, VENEZUELA (FOLHAPRESS) - Do alto dos viadutos e pelas avenidas de Caracas que ligam os bairros de classe média e alta (anti-chavistas) com o centro (chavista), o que mais se via neste começo de tarde de domingo (30), dia da votação da Assembleia Constituinte convocada pelo presidente Nicolás Maduro, eram grupos de motociclistas. Pouca gente tirou o carro da garagem, para não correr o risco de ficar preso entre as barricadas levantadas pelos opositores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No meio da pista de um dos viadutos, a reportagem conversou com um manifestante, que ali havia estacionado sua moto e orientava grupos com informações transmitidas por meio de um microfone instalado em seu capacete.

"Estão reprimindo em Las Mercedes, agora a concentração está indo na direção de Bello Monte", informava ele, por meio de um microfone instalado em seu capacete, a um grupo que se encontrava perto desse bairro.

Depois, disse à reportagem, "os coletivos estão rodando em motos individuais para ver onde estão os manifestantes, aí informam a GNB (Guarda Nacional Bolivariana) e eles chegam em grupos mais numerosos. É uma caçada", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, enquanto o homem, que não quis se identificar, dizia isso, na pista debaixo do viaduto via-se uma imensa fila de oficiais sobre motos, vestindo o uniforme da GNB e se dirigindo para um dos locais de concentração da marcha opositora.

CENTRO

Enquanto isso, no centro da cidade, governada pelo chavismo, havia mais gente caminhando pelas ruas e ocupando as praças. Muitos iam rumo aos mercados, onde havia filas para comprar comida. Também abundavam as barracas de venda informal de pães, frutas, ovos e arepas (massa à base de farinha de milho, típica do país). Dos centros residenciais populares construídos pelo chavismo se ouvia música, e crianças jogavam e brincavam diante deles. A aparência era a de um domingo normal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os postos de votação estavam mais cheios nessa região do que os dos bairros onde a oposição predomina. Em nenhum, porém, a reportagem observou filas muito numerosas. O que, sim, havia em todos eram carros e oficiais da GNB, que impediam a aproximação da imprensa.

Na região central, via-se mais propaganda da eleição, com cartazes dizendo: "a Constituição sim, vai ocorrer", e muitas pessoas com a camiseta com esses mesmos dizeres ou com imagens e broches de Hugo Chávez (1954-2013).

Ao redor do palácio de Miraflores, sede do Executivo, muitos transitavam normalmente a pé, em moto ou carro, mas tinham de desviar das trincheiras e cercas improvisadas de arame farpado que vigiam as vias de entrada do edifício.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV