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Em último evento da Flip, autores leem trechos de seus livros preferidos

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AMANDA RIBEIRO MARQUES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os autores Alberto Mussa, Ana Miranda, Djaimilia Pereira de Almeida, Patrick Deville, Paul Beatty, Scholastique Mukasonga e William Finnegan leram trechos de seus livros de cabeceira na sessão de encerramento da Flip neste domingo (30). O encontro foi conduzido pela idealizadora da festa, Liz Calder.

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O escritor brasileiro Alberto Mussa começou lendo "A Lenda de Jurupari", do autor indígena Maximiano José Roberto, que reconta uma lenda tupi do século 19.

"O livro que vou ler é um dos mais importantes da história da literatura brasileira, mas não está em nenhuma das histórias da literatura brasileira. Isso porque foi escrita por um índio", disse.

Ana Miranda escolheu homenagear o estado em que nasceu, o Ceará, com textos de três autores locais: Tércia Montenegro, Pedro Salgueiro e Jayson Viana Aguiar. "Fui tirada do Ceará muito novinha e agora voltei para lá. Por isso, resolvi homenagear minha terra e seus jovens autores", conta.

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A autora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida escolheu um conto do francês Gustave Flaubert, "Um Coração Simples", que diz carregar sempre consigo. "Acho um prodígio absurdo que em 40 páginas uma pessoa possa viver uma vida inteira".

O francês Patrick Deville, dispensando a apresentação da importância pessoal do livro que escolhera, leu as duas primeiras páginas de "Em Busca do Tempo Perdido", de Marcel Proust.

O autor americano Paul Beatty também apresentou duas páginas de "O Homem que foi Quinta-feira", do britânico G. K. Chesterton.

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A ruandesa radicada na França Scholastique Mukasonga leu trecho de "Olivier", do jornalista e escritor francês Jérôme Garcin.

O americano William Finnegan fechou a sessão com a leitura de dois poemas, "Treze maneiras de olhar para um melro", de Wallace Stevens e "Viagens", de Hart Crane. Antes de começar a ler um trecho do último, que fala sobre o mar, contou a história do autor.

"Hart Crane teve uma vida difícil. Era gay no início do século 20, e isso era muito complicado nos Estados Unidos. Alguns anos depois de publicar o poema, aos 30, quando voltava de um cruzeiro em Cuba, ele tirou seu casaco, se jogou no mar e se matou", disse.

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