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Constituições evoluem com seus povos, diz prefeito de Caracas

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SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

CARACAS, VENEZUELA (FOLHAPRESS) - "Nós, venezuelanos, adoramos votar", disse no final da tarde deste sábado (29), o prefeito de Caracas, o chavista Jorge Rodríguez. "Nesses últimos 17 anos, votamos 20 vezes. Há muita pós-verdade no discurso de que a Venezuela não é uma democracia. Isso não é verdade."

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Para justificar a necessidade apresentada pelo presidente Nicolás Maduro de redigir uma nova Carta para o país, Rodríguez afirmou que "as constituições evoluem com seus povos, e a nossa, que achamos que é uma das mais perfeitas do mundo, também deve progredir", explicou.

As "evoluções" da nova Carta Magna, afirma Rodríguez, estão em mais garantias de proteção aos jovens e às mulheres.

"Há muita satanização com relação ao que o presidente Maduro pretende com a nova Constituição. Os direitos universais estarão garantidos, o direito ao sufrágio universal, as garantias democráticas permanecem."

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Segundo Rodríguez, a nova Carta trará estímulos para que a economia venezuelana deixe de depender exclusivamente do petróleo.

"Precisamos diversificar a produção, preservando a propriedade privada. Precisamos também proteger o país do contrabando, tudo isso estará contemplado".

OPOSIÇÃO

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O prefeito condenou as barricadas colocadas em vários bairros de Caracas nos últimos dias. "Uma coisa é protestar, outra é impedir crianças de irem à escola, médicos de atenderem pacientes."

Condenou a violência cujo resultado foram mais de 100 mortos nos últimos quatro meses, mas aponta a oposição como culpada.

"O presidente Nicolás Maduro nunca se negou ao diálogo. A própria oposição queria uma nova Constituição, mas nunca se pôs de acordo. Pois o presidente Maduro, que tem legitimidade popular e um mandato até janeiro de 2019, está em seu direito de fazê-la."

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Sobre as críticas que lê e ouve vindas do exterior, Rodríguez diz que "há uma campanha internacional contra a Venezuela" e se diz "orgulhoso de que o presidente americano, Donald Trump esteja contra nossas ações, ele que perdeu a eleição dos Estados Unidos no voto popular".

Ele pensa algo parecido a respeito do Brasil: "ninguém elegeu o atual presidente do seu país."

E acrescenta que espera "que se restitua logo a democracia no Brasil para que os dois países voltem a se relacionar bem novamente".

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O prefeito acha que a suspensão da Venezuela do Mercosul foi "um verdadeiro golpe de Estado" e se deu por conta do giro ideológico para a direita da maioria dos países integrantes do bloco.

"Nós nos consideramos parte do Mercosul e o bloco não deveria excluir um país por diferenças ideológicas."

Afirma também que considera "uma hipocrisia" a postura atual do bloco, "pois quando a maioria dos países da região eram de esquerda, nós não pedíamos que a Colômbia, que tinha um governo de extrema-direita como o de Álvaro Uribe, ficasse de fora dos mecanismos em que todos participavam."

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Sobre as declarações do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, de que não reconheceria a Constituinte venezuelana, Rodríguez disse: "amanhã irão votar na Venezuela mais pessoas do que as que elegeram percentualmente Santos."

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