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Rússia reage a sanções e ordena saída de diplomatas americanos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia confiscou duas propriedades diplomáticas dos Estados Unidos e ordenou a redução do pessoal da embaixada do país em Moscou nesta sexta-feira (28) em resposta às novas sanções aprovadas pelo Congresso americano.

"Os EUA teimam em tomar uma ação toscamente antirrussa atrás da outra, usando o pretexto completamente fictício de que a Rússia interferiu em seus assuntos internos", disse a chancelaria de Moscou em nota.

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Senadores dos EUA aprovaram na véspera por ampla margem um projeto que pune a Rússia pelas acusações de interferência na eleição de 2016 e pela intervenção na Ucrânia.

O texto, que segue para apreciação do presidente Donald Trump, também inclui sanções contra Irã e Coreia do Norte. Além disso, o projeto limita a capacidade do Executivo de afrouxar as sanções à revelia do Congresso.

Embora Trump defenda o distensionamento das relações com Moscou, assessores da Casa Branca avaliam que o mandatário não terá alternativa a não ser aprovar as sanções.

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Como a medida tem apoio de democratas e republicanos, o Congresso teria a maioria de dois terços de votos necessários para derrubar um eventual veto presidencial.

Em dezembro, o governo de Barack Obama já havia decretado sanções contra a Rússia e expulsado 35 diplomatas do país após os serviços de inteligência concluírem que o presidente russo, Vladimir Putin, havia ordenado ciberataques contra alvos do Partido Democrata na corrida eleitoral. O Kremlin nega as acusações.

Com as medidas retaliatórias tomadas nesta sexta-feira, o total de funcionários americanos na embaixada em Moscou deverá ser reduzido a partir de 1º de setembro a 455, o mesmo número de agentes russos em Washington.

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As tensões diplomáticas entre Washington e Moscou ocorrem em meio às investigações do FBI (polícia federal americana) e do Congresso sobre os indícios de que auxiliares de Trump fizeram conluio com autoridades da Rússia durante a campanha.

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