TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Senado dos EUA aprova novas sanções contra Rússia, Coreia do Norte e Irã

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O Senado aprovou nesta quinta (27), por 98 votos a 2, um pacote de sanções contra a Rússia, a Coreia do Norte e o Irã, que colocará o presidente Donald Trump numa saia justa sobre a decisão de vetar ou não o texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As sanções também tinham sido aprovadas na Câmara por uma maioria esmagadora-419 votos contra três.

A Casa Branca não confirmou se Trump assinará o texto. Na manhã de quinta, o novo diretor de Comunicação da Casa Branca, Anthony Scaramucci, sugeriu que o presidente poderia vetar o texto.

"Ele pode assinar as sanções exatamente do jeito que elas são ou pode vetá-las e negociar um acordo ainda mais duro contra os russos", disse à rede CNN.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além das sanções, o texto limita os poderes do presidente de rever as medidas restritivas contra Moscou. Ele prevê que Trump seja obrigado a enviar ao Congresso um relatório com propostas de ações que possam "alterar significativamente" a política externa americana em relação a Moscou, incluindo rever sanções e restabelecer o acesso russo às duas instalações do governo do país, em Maryland e em Nova York, suspenso pelo governo Obama.

O Congresso então teria uma "janela" de 30 dias para bloquear qualquer uma dessas ações.

Integrantes do governo já vinham criticando a proposta por não dar a "flexibilidade" que Trump precisa para uma relação mais próxima com a Rússia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há indícios de que membros da campanha de Trump possam ter discutido o alívio dos embargos já existentes com integrantes do governo russo.

O ex-conselheiro de Segurança Nacional, Michael Flynn, caiu justamente depois que foi revelado que ele teria falado sobre sanções com o então embaixador russo em Washington, Sergey Kislyak, antes mesmo da posse Trump. Segundo a Casa Branca, ele não teria revelado a seus superiores o conteúdo da conversa.

Trump, contudo, teria dito ao ex-diretor do FBI (polícia federal americana) James Comey "esperar que ele deixasse de lado" a investigação sobre Flynn. Comey seria demitido pelo presidente meses depois.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV