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'Não esperem milagres', diz Jungmann sobre atuação do Exército no Rio

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CRIS VERONEZ

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, se reuniu na tarde desta quinta-feira (27) pela primeira vez com representantes militares para discutir a atuação do Exército no combate à violência na capital fluminense.

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Segundo ele, a possível presença dos militares nas ruas não vai resolver rapidamente o problema de segurança do município.

"Não esperam milagres nem resultados imediatos. Eles virão com trabalho duro, de formiguinha", disse ele na saída do encontro, realizado na sede do Comando Militar do Leste, no centro do Rio.

As tropas serão acionadas apenas se o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) pedir.

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"Peço que a sociedade do Rio dê um crédito às forças militares e policiais que vão estar nesse trabalho. É um trabalho sério que está sendo feito desde o início do ano. Precisamos de compreensão, apoio e participação ativa da sociedade", afirmou o ministro.

A reunião foi o primeiro encontro de Jungmann com o Estado Maior Conjunto, órgão responsável por planejar e coordenar a participação das Forças Armadas na segurança da cidade, segundo estabelecido no Plano Nacional de Segurança do Governo Federal.

A previsão é que os militares possam atuar no município até o final de 2018.

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"Teremos foco na inteligência, na integração e no trabalho policial. Tudo isso com total e integral apoio das Forças Armadas, que participarão de formas diferentes nas diversas ações", disse o ministro. "Quando você utiliza as Forças Armadas, quando você extensivamente desdobra contingente na cidade, você tem sensação de conforto. Entretanto, não basta só inibir. A nossa grande preocupação é reduzir a criminalidade", completou ele.

Segundo Jungmann, a princípio serão acionados apenas os militares que já estão lotados no Rio.

REFORÇO

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Após se reunir com o presidente Michel Temer (PMDB), na última quinta (20), o governador Pezão afirmou que o Estado receberia reforço de 620 homens da Força Nacional -equivalente a 1,3% do efetivo da PM- e de 380 integrantes da Polícia Rodoviária Federal.

Segundo o Ministério da Justiça, as equipes já estão a postos.

Com o agravamento da crise de segurança, o governo federal colocou as Forças Armadas à disposição de Pezão, que serão apenas a pedido do governador.

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Em fevereiro deste ano, as ruas do Rio ficaram sob a proteção de 9.000 homens das Forças Armadas. Foi quando o Estado enfrentou protestos de familiares de policiais e atos de servidores públicos sem salário devido à crise financeira.

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