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Supostas vítimas mentem, diz filial de igreja acusada de escravizar brasileiros

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério Evangélico Comunidade Rhema, afiliada paulista da igreja acusada de traficar brasileiros para trabalho escravo nos EUA, disse que os relatos das supostas vítimas da congregação são mentirosos e distorcidos.

A Word of Faith Fellowship teria usado a Comunidade Rhema, em Franco da Rocha (Grande São Paulo), e uma outra igreja de São Joaquim das Bicas (MG) para aliciar jovens e levá-los à sua sede, na Carolina do Norte.

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A denúncia foi revelada na última segunda (24) pela Associated Press. À agência, os entrevistados dizem ter tido os passaportes confiscados e terem sido obrigados a trabalhar sem pagamento sob pena de surras e humilhações públicas.

Em nota, os dirigentes da Comunidade Rhema declaram nesta quarta-feira (26) não tolerar ou permitir abusos e chamam os líderes da igreja americana de "pessoas idôneas". Também questionam os depoimentos:

"Nenhuma pessoa que é abusada e escravizada, como querem fazer crer os comentários, continua a frequentar a mesma igreja por 20 anos", diz o comunicado, assinado por Juarez e Solange Oliveira e Paulo e Alice Santos.

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Leia a íntegra abaixo:

MINISTÉRIO EVANGÉLICO COMUNIDADE RHEMA

COMUNICADO AO PÚBLICO

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Nós, os pastores do Ministério Evangélico Comunidade Rhema, estando chocados, consternados e entristecidos com os artigos recentemente publicados pela mídia, vimos esclarecer ao público que:

Conhecemos o ministério Word of Faith Fellowship na Carolina do Norte, EUA, há mais de trinta anos, bem como os seus pastores, com os quais temos fortes laços de amizade e por quem temos grande consideração. São pessoas idôneas, vivem o amor de Deus, mas são caluniadas ao tentarem ajudar pessoas.

Nós não toleramos e não permitimos nenhuma forma de abuso em nosso ministério. Os relatos publicados são porções de mentiras e fatos distorcidos.

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Nenhuma pessoa que é abusada e escravizada, como querem fazer crer os comentários, continua a frequentar a mesma igreja por 20 anos. Ou, ainda, escolhe voltar 20 vezes ao lugar em que é supostamente abusada, como mencionado por uma jovem, entrando e saindo do país.

Queremos mais uma vez deixar registrado o nosso repúdio às declarações feitas por essas pessoas, que pretendem manchar a nossa reputação e o bom conceito de que gozamos em nossa região, perante diversas instituições com quem temos relações de colaboração e perante todos os nossos conhecidos e amigos.

Pastores

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Juarez & Solange Oliveira e Paulo & Alice Santos

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