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Em crise, Polícia Civil de SP pode reduzir frota e fechar delegacias

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ROGÉRIO PAGNAN E PAULO GOMES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil de São Paulo passa por uma crise que afeta até mesmo a verba destinada para o abastecimento de carros da corporação, o que inevitavelmente reduziria a frota policial temporariamente. Além disso, unidades da polícia podem ser suspensas.

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Os efeitos da escassez de recursos na segurança pública pode não ter sido mensurado com exatidão, representante da classe alerta para os riscos que precarização do trabalho policial pode ter na sociedade.

Tem circulado entre os policiais o pedido de formulação de um plano de contingenciamento para minimizar o impacto de "absoluta indisponibilidade financeira", como diz o texto assinado por Waldir Antonio Covino Junior, delegado geral de polícia adjunto.

No apelo pela contingência, Covino exemplifica pontos que o plano deve ter, perguntando sobre a suspensão de delegacias e datas para a interrupção do abastecimento de veículos. Ele fixa sexta-feira (28) como a data para o recebimento do plano.

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"Isso abrange combustível para o abastecimento de viaturas, recursos para limpeza, impressão, manutenção. Quando serviços básicos são suspensos, isso acarreta a consequência inevitável de que o policial não trabalhe", afirma Raquel Kobashi Gallinati, presidente do Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo).

"Como o policial vai para diligência sem viatura?", questiona. "Isso é trágico. Já trabalhamos de forma limitada, agora, cortar o básico? O Estado mais rico da União alegar que está passando por crise de falta de mantimentos é uma incompetência absoluta na gestão de orçamento."

Gallinati afirma ainda que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não pode priorizar a Polícia Militar. "O que o exime de cumprir com a polícia judiciária o mesmo que cumpre com a Polícia Militar? Ele não pode ter uma escolha política de priorizar alguma polícia. É a Polícia Civil que desmantela quadrilhas. Ele tem que cumprir com sua obrigação de gestor e proteger a sociedade."

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A Secretaria da Segurança Pública não retornou ao questionamento da reportagem sobre a crise da polícia até a publicação deste texto.

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