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Novo ministro da cultura toma posse defendendo governo Temer

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GUSTAVO URIBE E LUIZA FRANCO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O jornalista Sérgio Sá Leitão, 49, tomou posse nesta terça-feira (25) como novo ministro da Cultura defendendo as reformas do governo Michel Temer (PMDB) e falando em fazer um "choque de gestão" no ministério.

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Terceiro titular da pasta em pouco mais de um ano, Sá Leitão terá que enfrentar a resistência da classe artística ao governo Temer.

Leitão disse que quer ser o ministro "de toda a cultura brasileira", mas criticou o que chamou de "reação descabida" daqueles que rejeitam "o bom senso e a contemporaneidade".

Ele defendeu as reformas econômicas do governo, criticadas por setores da classe artística, e criticou a "fácil omissão".

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"O Brasil de hoje exige que mais brasileiros sérios agarrem as rédeas do nosso destino. Nós precisamos sair logo da crise, em todas as áreas, e precisamos construir esse país que sonhamos. E isso se faz com reformas estruturais, não com a fácil omissão", disse.

Leitão reconheceu que assume em um "momento difícil no país" e disse que é necessário "ressuscitar sonhos". "As condições do país são adversas e estamos começando a sair da maior recessão de nossa história", disse.

O novo ministro disse querer "reconstruir o MinC". "Farei o possível para reduzir custos e aumentar receitas por meio de um choque de gestão. Quero desburocratizar o MinC."

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No Orçamento de 2017, a pasta tem R$ 2,7 bilhões -menos, por exemplo, que o reservado à Universidade Federal do Rio de Janeiro ou ao IBGE.

Está sob sua jurisdição, ainda, R$ 1,7 bilhão ao ano em benefícios tributários como os da Lei Rouanet (de renúncia fiscal), que o novo ministro elogiou. "Não cabe ao Estado produzir o que é ou não cultura."

No início do seu discurso, o novo ministros agradeceu a presença do ex-presidente José Sarney e disse que se sentiu honrado por ele ter participado de sua posse, já que a pasta foi criada na gestão do peemedebista.

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"Muito obrigado, presidente José Sarney, a cultura deve muito ao senhor. E essa homenagem é mais do que necessária", disse.

Na posse, além de Sarney, estiveram presentes representantes do setor audiovisual, no qual Sá Leitão tem experiência, como os cineastas Cacá Diegues, Carla Camurati e Vladimir Carvalho.

Artistas ligados ao Carnaval do Rio também marcaram presença, como Tia Surica, da Portela. Isso porque, com a redução da subvenção municipal do Rio ao Carnaval, as escolas agora pleiteiam recursos federais.

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O cantor Gilberto Gil, de quem o novo ministro foi chefe de gabinete no governo petista, não compareceu. Segundo Leitão, ele estava gravando um programa televisivo e avisou que não poderia participar.

Sá Leitão foi secretário municipal de Cultura do Rio, no governo de Eduardo Paes (PMDB), chefe de gabinete do ministério na gestão de Gilberto Gil (governo Lula) e diretor da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

FALTA DE INTERESSE

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Em discurso, o presidente Michel Temer disse que foi necessário fazer a cerimônia em um espaço maior do que o planejado inicialmente, já que havia a suposição de que "talvez não houvesse tanto interesse" pela cultura.

"A solenidade ia dar-se em um auditório bem menor, na suposição de que talvez não houvesse tanto interesse fosse pela sua posse ou fosse pela cultura", disse.

O peemedebista também elogiou a presença de José Sarney e reconheceu que o país enfrenta dificuldades, mas disse que é necessário acabar com o pessimismo.

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"Nós temos dificuldades? Claro que temos, mas isso é algo histórico. E há a capacidade extraordinária de otimismo do povo brasileiro e a absoluta crença de que começamos a respirar respirar uma nova economia e novos costumes em nosso país", disse.

O presidente pediu ao novo ministro que ajude as escolas de samba do Rio de Janeiro e ele disse que levará à equipe econômica o pedido do ministro para que a área cultural tenha maior retorno financeiro.

"Ele disse, entre outras coisas, que temos uma participação na economia nacional, mas com um retorno menor. Eu irei levar esse discurso aos ministros Dyogo Oliveira [Planejamento] e Henrique Meirelles [Fazenda]."

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