TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

ATUALIZADA - Houve ruptura da ordem democrática na Venezuela, diz Temer

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

MENDOZA, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Em sua intervenção na manhã desta sexta-feira (21) na Cúpula do Mercosul, em Mendoza, o presidente brasileiro, Michel Temer, que assume a Presidência pro tempore do bloco, disse que considera "natural e saudável" que existam na região "governos de diferentes inclinações políticas", mas que "é fundamental que se observe o primado do Estado democrático de Direito".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Temer acrescentou que, por isso, acompanha com grande preocupação a situação na Venezuela.

"Somos sensíveis à deterioração do quadro político-institucional, às carências sociais que, nesse país amigo, ganham contornos de crise humanitária", disse.

Ele reforçou que não há espaço, na América do Sul, para prisões arbitrárias, medidas de repressão política e atos incompatíveis com os preceitos democráticos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Já não há mais espaço para governos indiferentes à sorte de seu povo", afirmou Temer.

Por fim, o presidente concluiu dizendo que "nossos chanceleres reconheceram formalmente a ruptura da ordem democrática na Venezuela".

"Nossa mensagem é clara: conquistamos a democracia, em nossa região, com grande sacrifício, e não nos calaremos, não nos omitiremos frente a retrocessos", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONSTITUINTE

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, disse pouco antes de iniciada a cúpula que, com relação ao documento final do encontro, em que haverá uma referência à situação na Venezuela, "não há a intenção de dar um ultimato".

"Não será um ultimato, mas sim um apelo para que haja uma negociação séria mediante a suspensão das medidas arbitrárias, do processo constituinte, e vamos discutir a sequência da reunião do dia 7 de abril, quando, nos termos do Protocolo de Ushuaia, foi constatada a quebra da ordem democrática", afirmou Nunes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV