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Opositores de Maduro propõem plano na Venezuela

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DIEGO ZERBATO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A oposição da Venezuela apresentou nesta quarta-feira (19) um plano de governo de união para uma eventual saída de Nicolás Maduro. A medida é uma das respostas ao plebiscito simbólico contra a Constituinte que, segundo os rivais do presidente, teve 7,5 milhões de votantes.

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O documento, que pode ser entendido como um programa de governo em caso de alternância de poder, foi comparado pelo chavismo com o anúncio da junta de governo que substituiu Hugo Chávez durante o golpe de 2002.

No anúncio, a coalizão opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) afirmou querer um governo composto por seus pares e "setores independentes" para recuperar o país caribenho.

"O modelo político que nos governa transformou o povo da Venezuela em objeto de uma ideologia e não em sujeito de sua própria transformação positiva", diz a nota, em que prometem respeitar os adversários políticos.

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"Diferentemente da prática corriqueira desta ditadura, não haverá nenhum tipo de retaliação, discriminação, muito menos perseguição contra quem simpatize ou milite em organizações diferentes às do próximo governo."

O primeiro objetivo, dizem os opositores, será mitigar a crise humanitária e a escassez de alimentos e remédios.

Na sequência, prevê "o saneamento e a depuração" das forças de segurança e a erradicação dos coletivos, assim como a diminuição da influência das Forças Armadas no Estado venezuelano.

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Em etapas seguintes, prevê a mudança para um modelo econômico "em prol do progresso nacional". Com a atual situação, porém, a possibilidade de implantação deste programa, é reduzida.

Mesmo se Maduro deixar o cargo, seus sucessores naturais, o vice Tareck El Aissami e o deputado Diosdado Cabello, são mais radicais e aprofundariam o conflito.

Em nota, o governo diz que, com a proposta, a oposição ignora que o mandato de Maduro termina em 2019.

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"A MUD propõe desmontar o Estado democrático e social de direito instituído por ampla aprovação do povo."

O anúncio faz parte da "hora zero", como a oposição chama a série de medidas para pressionar o governo a cancelar a Assembleia Constituinte, cuja votação está marcada para o dia 30. Nesta quinta (20), os opositores programam uma greve geral.

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Na próxima semana, os opositores devem anunciar novas medidas após o plebiscito, que, segundo os organizadores, foi feito com recursos públicos reduzidos e apoio financeiro de membros das comunidades locais.

Dentro do país, a MUD diz ter usado recursos próprios e contou com doações de empresários, da Igreja Católica e das comunidades locais, que cederam espaços para os centros de votação.

Uma das organizadoras da consulta no sul da Flórida, que tem a maior comunidade venezuelana fora do país, Beatriz Olavarría disse à reportagem que, além dos votantes, os prefeitos da região ofereceram gratuitamente os espaços para o plebiscito.

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Também foi cedido o espaço para os centros eleitorais do Brasil, afirma Blanca Montilla, uma das organizadoras em São Paulo. As cédulas no exterior, diz, foram pagas em "vaquinhas" de expatriados.

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