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ATUALIZADA - EUA encerram apoio a rebeldes sírios, afirma jornal

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INCLUI EUA-REFUGIADOS

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo Trump decidiu encerrar o programa da CIA (agência de inteligência americana) de apoio a grupos armados que lutam na Síria para derrubar o ditador Bashar al-Assad, informou o jornal "Washington Post" nesta quarta-feira (19), citando fontes anônimas.

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Se confirmada, a decisão representará uma importante mudança de estratégia na política dos EUA para a guerra civil na Síria e deverá aumentar a correlação de forças no conflito em favor do regime de Assad e da Rússia, seu principal aliado.

A mudança não afetará o apoio do Pentágono às milícias curdas e árabes que combatem a facção terrorista Estado Islâmico.

A estratégia vem menos de duas semanas após Trump encontrar-se pela primeira vez com o presidente russo, Vladimir Putin, na cúpula do G20 em Hamburgo, na Alemanha.

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Após o encontro, EUA e Rússia anunciaram um cessar-fogo em partes da Síria. Na terça-feira (18), a imprensa americana revelou que Trump e Putin realizaram um segundo encontro, privado, durante um jantar no G20.

VETO A REFUGIADOS

O governo Trump obteve uma vitória em relação ao seu decreto anti-imigração nesta quarta, quando a Suprema Corte dos EUA autorizou restrições temporárias ao programa nacional de refugiados.

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Os juízes anularam a decisão do juiz do Havaí Derrick Watson, de liberar a entrada dos refugiados que tivessem auxílio garantido de agências de realocamento nos EUA.

A restrição ficará em vigor até a medida passar pela corte federal de apelações, em San Francisco, o que não tem data definida para ocorrer.

A Suprema Corte manteve, porém, a decisão de Watson de liberar a entrada nos EUA de viajantes de seis países majoritariamente muçulmanos que tenham parentes próximos em solo americano.

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Em decreto do dia 6 de março, Trump proibiu a entrada de cidadãos do Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por 90 dias, assim como de qualquer refugiado por 120 dias.

No mês passado, a Suprema Corte autorizou a restrição, mas impôs que pessoas desses seis países com um "relacionamento verdadeiro" com um cidadão ou entidade americana não seria barrada.

O governo permitiu a entrada de cônjuges, pais, filhos, noivos e irmãos, mas barrou avós, tios, cunhados e outros familiares.

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