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Cresce o número de civis mortos no Afeganistão

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Afeganistão registrou um crescimento no número de civis mortos no primeiro semestre de 2017 em função do conflito com o grupo radical Taleban, segundo um relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgado nesta segunda-feira (17).

O documento contabiliza 1.662 pessoas mortas e 3.581 no período. A maioria dos mortos (1.141) foi vítima de atentados provocados pelos extremistas, número 12% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

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Um dos atentados ocorreu na região diplomática de Cabul em maio e deixou 92 mortos, segundo a ONU, ou 150 mortos, segundo o governo afegão. Foi o ataque mais sangrento no país desde o início da intervenção americana, em 2001.

"Cada dado de vítima reflete uma família rompida, além de sofrimento e traumas inimagináveis e a violação brutal dos direitos humanos", declarou o alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Ra'ad al-Hussein.

O Taleban rechaçou o relatório, classificando-o de "enviesado".

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A missão da ONU no Afeganistão começou a fazer o censo sistemático de vítimas do conflito afegão a partir de 2009, redigindo um relatório a cada três meses. Depois de uma queda em 2012 e um estancamento em 2013, o balanço voltou a crescer e, desde então, está em alta constante.

Desde janeiro de 2009, o conflito deixou mais de 26.500 mortos e quase 49.000 feridos entre a população civil.

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