TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Alunos e servidores protestam contra falta de pagamento de salários na Uerj

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Estudantes e servidores da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) protestaram nesta quinta-feira (13) contra a falta de pagamento de salários pelo governo do Estado.

Mesmo sendo a 11ª colocada em qualidade entre as 195 universidades brasileiras e a 20ª na América Latina, a Uerj enfrenta a maior crise de sua história. Neste ano, após meses de recesso, a universidade retomou as atividades somente no dia 10 de abril, devido a um esforço conjunto da Reitoria, servidores técnico-administrativos, professores e alunos. As informações são da Agência Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com bolsas e salários atrasados há quase três meses, sem contar com o décimo terceiro salário do ano passado, a Uerj enfrenta também falta de verbas para manutenção do Campus Maracanã e de mais 14 unidades externas, incluindo a Faculdade de Formação de Professores, localizada em São Gonçalo e responsável pela organização da manifestação desta quinta (13).

De acordo com a vice-diretora do Departamento de Educação, Mariza De Paula Assis, a manifestação foi um ato de resistência. ?Iniciamos o protesto com roupas pretas para simbolizar o sucateamento que o Estado está realizando e terminamos todos com roupas coloridas e soltamos balões para mostrar que resistimos e lutamos contra essa decisão?, afirmou Mariza.

Além dos funcionários, que enfrentam dificuldades para se manter com os salários atrasados, os alunos da universidade sentem na pele os problemas da instituição. Segundo o estudante de ciências sociais André Romero, de 20 anos, que entrou na Uerj no início do ano passado, o último período foi o pior de todos. ?Primeiro, pela correria ?os professores tiveram que cortar muita matéria, houve muitas paralisações, as bibliotecas estavam todas fechadas, o bandejão não funcionou em nenhum momento. E diminuiu muito a frequência de estudantes porque muitos não tinham condições de ir assistir às aulas.?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mayara Gomes, de 23 anos, que está no penúltimo período de história da arte, emocionou-se ao falar sobre a situação da Uerj. ?Nós, universitários, somos muito jovens, ainda estamos acertando a cabeça. Então, somos muito vulneráveis a tudo, e o que está acontecendo com a universidade nos afeta. Muitos de nós, que víamos lugares como a Uerj como a única opção para realmente arrumar a vida e tentar ter alguma coisa digna, estão desistindo de seus sonhos. Eu estou no final, vou me formar, mas ainda precisamos da Uerj, ela é lugar de ensino, pesquisa, trabalho, de vida, de tudo.?

De acordo com Mariza, ainda não foi definida a data de início do próximo semestre, referente ao primeiro período letivo deste ano.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV